08/07/2015

O que somos e o que fizémos!

Grandes e Imensos foram sempre os Portugueses que ao longo da história o souberam ser, não porque eram maiores ou mais dotados, mas simplesmente porque sempre pensaram acima desta mediocridade nacional que nos puxa para baixo, e nos deixa sempre tolhidos perante as adversidades, em vez de termos a coragem de as enfrentarmos e nelas buscarmos as novas oportunidades que sempre surgem em momentos destes!
Aliás,  os últimos 40 anos e o comportamentos dos portugueses em geral, e da classe dos governantes em especial, não me deixa nenhum encanto especial em ser português.

Se é verdade que a nossa história é rica em acontecimentos grandiosos e em homens que se destacaram pelo seu empreendedorismo, ousadia e coragem, algo que nos pode conceder algum orgulho e também alento, temos por outro lado o último século (XX) que foi, e está a ser (este novo Séc XXI), de uma mediocridade atroz, onde cada um de nós aposta em ser pior que o outro. (...).

"Os homens que demonstram não ter mérito maior que o adquirido pelos seus antepassados parecem-se com batatas, das quais o pouco que têm de bom está debaixo da terra." [Swift]. (...).
Portugal, é hoje o país perdido às mãos da pior espertice saloia que nasce como ervas daninhas em campos abandonados!
Há décadas que o pensamento colectivo deste país assenta no "salve-se quem puder" e que a máfia Lusitânia e o compadrio que vem de longe, têm vindo paulatinamente a cavar a sepultura (e bem funda) onde irá jazer a nação!
Como diz a canção (letra de José Jorge Letria) "aquilo que somos e que fizémos não chega para ser cantado".


Francisco Gonçalves (2015July)


Um povo firmado na esperteza em vez da inteligência será sempre um povo miseravelmente governado, explorado e sem qualquer futuro!
FGonçalves “in” 30 August 2013


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