23/12/2015

o mundo é composto de mudança !


Ser revolucionário é quase sempre "ter razão antes de tempo e fora do seu tempo" !

Uma ideia nova  aparece sempre como uma ameaça ao "status quo" e sistema de poder implantado e prontamente rechaçada, muito embora hoje vivamos tempos em que a ciência e as suas fantásticas descobertas, embora muitas vezes ignoradas, pelo menos não são logo condenadas.

A trevas dissiparam-se um pouco mais nesta nossa era, mas ainda não o suficiente para que as novas ideias tenham o caminho facilitado,  muito pelo contrário.

FGonçaves
"in" 14Dec2012.

Salvem os bancos e afoguem as pessoas!

Esta ideia peregrina de manter um povo na escravidão com salários de miséria, ao mesmo tempo que se salvam bancos (ao mesmo tempo que se evaporam muitas dezenas de milhares de milhões de euros) e se fazem negócios sempre à custa de perdas do estado, sem qualquer transparência, faz-nos temer o pior.

Um país cuja economia é baseada no domino de uma mão cheia de crápulas e párias, que assentaram arraias neste pobre país, e o vão destruindo com dívida pública contraída para satisfazer a camarilha que se instalou no poder, não poderá ter qualquer futuro.

Sem uma mudança radical desta forma abjecta de exercer o poder em Portugal, substituindo-a por uma governação do país, como total transparência das contas públicas e da forma como se exerce a justiça em Portugal, nunca sairemos deste lodaçal em que nós cidadãos nos deixámos estagnar.

Enquanto este sistema de párias dominar o país, controlando simultâneamente os media e evangelizando o povo a seu bel-prazer, Portugal nunca terá futuro nem rumo, que não seja a mais completa falência e pobreza sem fim!

Sim, infelizmente 2016 vai com certeza ser pior que 2015 e assim por diante! A não ser que
você ainda acredite no pai natal ou na branca de neve!

Festas Felizes e um ano de maior clarividência para todos os cidadãos deste pobre país à beira mar estacado!

Francisco Gonçalves
"in" 23Dec2015

A crise que fustiga Portugal e que grassa por toda a Europa é sobretudo de valores e princípios, que não existem de todo.


16/12/2015

Quem cria empregos e dinamiza a economia dos países !

É bom lembrar que não são os "patrões" de lixo incrustado deste país que criam empregos.

Quem cria oportunidades de negócios e logo mais empregos.. são os CONSUMIDORES!

Portanto esta ideia de economistas medievos, de que é preciso tratar as associações patronais nas "palminhas" e ainda por cima dar-lhes incentivos (que são dinheiro deste pobre povo), para eles desbaratarem sempre, sem qualquer consequência, terá que parar para bem deste país.

O salário minimo em Portugal é uma ignominia e em minha modesta opinião deveria ser fixado em valores decentes, como 600,00 Euros.

Haveria certamente "patrões" (e muitos) a clamar que não poderiam pagar este nível de salário. E a solução para estes seria simples. Apenas teriam que demonstrar contabilisticamente, perante a autoridade tributária e/ou segurança social, de que tal não poderiam satisfazer. E então se cumprissem os critérios definidos por legislação adequada a este fim, teriam a possibilidade de contratar colaboradores abaixo do tecto máximo do salário minimo. Mas apenas enquanto a sua situação contabilística assim o indicasse. 

E desde modo acabariam os "choradinhos" que se passam há 40 anos e sempre com dinheiro dos contribuintes a ser delapidado nesta gente, sem que a economia do país saia deste buraco sem fundo e lamacento. 
Assim continuaremos a viver numa economia de casino sempre numa base de subsistência e assistencial, sem qualquer fim à vista!

Futuro neste país ?? Só na fuga aos impostos generalizada, branqueamento de capitais e sempre a crescer a socialização dos prejuízos de privados (bancos e empresas) por alguns milhares de pilantras que nos desgovernam e seus amigos subsidio-dependentes.

Francisco Gonçalves "in" 16Dec2015
( francis.goncalves@gmail.com )

Apesar destes "patrões" bem "pobres" que temos, apenas este ano os carros de topo de gama (Maserati's, Ferrari's, etc) subiram em termos de vendas em mais de 23% !!! 
Não me digam que foram os desempregados ou os mais de 3 milhões de portugueses a auferir salários de miséria, que os adquiriram??!!



15/12/2015

O país dos "psicopatos" bravos !

"A pior mentira é aquela que contamos a nós próprios"... Mas quando ultrapassamos este ponto e chegamos mesmo a afirmar mentiras, que sabemos são falsidades monumentais, e à custa de tanto as repetirmos se começam a transformar em verdades absolutas (para nós e para os que nos rodeiam), então chegámos à sociedade da plena PSICOPATIA!

Viva a sociedade dos "psicopatos" e o país decrépito em que nos estamos a transformar, a passos seguros e sem vacilar!

FGonçalves (2015)

13/12/2015

Portugal um país de (in) justiça medonha!

Enquanto neste país, o grupo COFINA e seus média, nomeadamente o Correio da Manhã, estão interditos de publicar notícias sobre o caso Sócrates. Este no entretanto é autorizado, e até encorajado pelos párias deste país, a dar entrevistas na TV. Isto estando este senhor em liberdade a aguardar julgamento e com acusações gravíssimas pendentes, como a fuga ao fisco, branqueamento de capitais e uso de posições de governação para proveito próprio, entre muitas outras!

São pois critérios de uma justiça com "dois pesos e duas medidas", que mais não provam que esta continua fiel e tradicionalmente, a ser um instrumento para os poderosos se defenderem dos que pouco ou nada têm.
E assim, deste modo (com ou sem consciência deste seu enquadradamento perfeitamente medievo!!?), continuam a empurrar a hipótese de Portugal vir a ser um país realmente democrático, socialmente justo e desenvolvido, para as "calendas gregas", ou quiça para o "julgamento final", a acreditar em tanta "prática religiosa" destas gentes.

É pois despudoradamente o "modus-operandi" de todo um sistema de justiça com mais de 40 anos de práticas, alicerçadas na velha ideologia de ser vergonhosamente forte para com os fracos, e fraca (e até submissa) perante os fortes.
Num país assim, onde a justiça se encontra ausente em parte incerta, a democracia é algo de impossível e só um regime de párias pode outorgar-se em todo o seu esplendor, como os "donos disto tudo e de alem mar perdidos".

Progresso e crescimento neste país? Só mesmo o da corrupção, fuga ao fisco e esclavagismo praticados a céu aberto por uns milhares de dono disto tudo, sempre a roubarem o erário público perante a inacção, e até com a bênção da grande maioria deste pobre povo, sempre explorado até à medula.

Francisco Gonçalves In 13 Dec2015

Impostos: empresas pagam cada vez menos e famílias cada vez mais...
"(..).
O diretor do centro de política fiscal da OCDE, Pascal Saint Amans, explicou que as empresas acabam sempre por encontrar uma forma de pagar menos impostos.
“A grande maioria das subidas de impostos desde a crise recaem sobre as famílias através de mais contribuições à Segurança Social, do IVA e do imposto sobre os salários”, acrescentou.
Em Portugal, as receitas fiscais totais representavam 32% do PIB em 2007 e passaram a significar 34,5% do PIB em 2013 e 34,4% em 2014, segundo as estimativas da OCDE. (..)."

Ver artigo sobre os 1000 párias e donos disto tudo.... e depois diga-me se ainda se orgulha de ser cidadão deste pobre país!
"(..)..
Depois de ter passado sete anos à frente da Direcção Geral de Impostos mergulhado num silêncio sepulcral, José Azevedo Pereira concedeu uma estrevista à SIC-Notícias. Entre o muito que não diz mas insinua, e as conclusões que consente que se tirem sobre a manipulação política a que o Fisco terá sido sujeito durante o último Governo, há uma informação que deixou cair sem ambiguidade: em 2014, quando saiu da Autoridade Tributária, uma equipa especial por si chefiada tinha identificado cerca de 1.000 famílias ricas – os chamados "high net worth individuals" – que, por definição, acumulavam 25 milhões de euros de património ou, alternativamente, recebiam 5 milhões de euros de rendimento por ano. ()..
Só é pena que tenha demorado oito anos a começar a falar e que, oito anos depois, a Autoridade Tributária continue a ser uma estrutura opaca, que silencia informação estatística fundamental para se fazerem debates informados, e que subtrai do conhecimento geral todas as valiosas interpretações que adopta. Não é só o acesso privilegiado de um punhado de contribuintes ao poder que distorce a democracia e desvia milhões dos cofres públicos. A falta de transparência das instituições públicas também. " In "Jornal Negócios" 12Dec2015.

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