22/12/2013

Porque somos o melhor povo do mundo !?

Para que se entenda porque classifico este sistema de governação autocrático e de plutocratas e párias, de "salazarento" deixo para reflexão uma frase de um conhecido e distinto filosofo e politico do séc passado, o Marquês de Maricá que disse "até há povos que conseguem ser razoávelmente felizes, quando são GOVERNADOS POR UM SÓ DITADOR".
De facto há uma razão objectiva para nos classificarem como o “melhor povo do mundo”, em minha opinião, e que tem a ver com um facto que é  no entanto bem humano, mas que nos leva a esta passividade letal -  a nossa mente mente-nos... é muito mentirosa.. e nós nem duvidamos dela!
Não basta ser e estar bem informado e politizado (veja-se o “case study” dos comunistas portugueses)!
É preciso ter espírito critico e exercê-lo todos os dias e sobretudo começarmos por duvidar em primeiro lugar das nossas próprias ideias e crenças... algo que infelizmente muito poucos portugueses praticam...
Francisco Gonçalves “in” 22Dec2013


(francis.goncalves@gmail.com )


"Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar."

[Carl Sagan]

21/12/2013

O “país do burro” e dos muitos burros que estão a virar asnos!

Muito triste este país amoral e criminosamente injusto, e onde a própria justiça, ou tem medo ou foi já comprada pelos muitos grupos económicos que dominam esta pobre terra, e dela fazem os seus "mercados", constituindo assim os cidadãos em meros escravos.

Demasiado duras as minhas palavras? Ou a realidade objectiva de quem não a quer ver e continua a esconder-se atrás de mentiras e inverdades convenientes e sobretudo cómodas?

Mas até quando tal vai ser possível é a questão!

Pois num país onde mais de 55% dos portugueses vivem hoje na beira da pobreza e gravitam na órbita dos impérios das caridadezinhas fascistas, que se anunciam e insinuam ignóbilmente nas rádios, TV e nos média em geral.

De facto, confirma-se que a pobreza é um grande negócio e este é o estado putrefacto a que chegámos, mas com um povo submisso e que ainda apoia e vai votar neste ditadores todos! E confirma-se também que "um povo assim está a ser ele próprio o instrumentos CEGO da sua DESTRUIÇÃO".
Vivemos hoje sob uma Ditadura bem mais ignóbil que a do próprio ditador Salazar. Eu sei do que falo, vivi lá e não gostei!
No entanto tenho que admitir, embora com enorme pesar, que nos tempos de Salazar ainda havia gente honesta, pura e que não pactuava com a mentira nem a ignomínia. E a excelência e o mérito ainda eram reconhecidos na sociedade e a educação pautava-se por estes rigorosos critérios, que são os únicos que podem levar uma sociedade ao sucesso.
Hoje campeiam a mentira torpe, a incúria, a incompetência e a ignomínia, e onde só os desonestos, os corruptos, os incompetentes e os medíocres são "gente de bem", são reconhecidos pelos seus "pares" e "bem sucedidos" !
Nesta ditadura dos plutocratas e agiotas, são "maus cidadãos" todos aqueles que se pautam pela verdade, que são honestos e pessoas de bem. E a estes apenas lhes está reservado terem que emigrar para sobreviverem!
Aos que por cá ficam e que se calam submisso a estes tiranos todos, infelizmente não lhes auguro grande futuro, a não ser uma pobreza de um submundo, pior que qualquer país subdesenvolvido da África subsariana!
“Os que sabem dar a verdade à sua pátria não a adulam, não a iludem, não lhe dizem que é grande, porque tomou Calicute; dizem-lhe que é pequena porque não tem escolas. Gritam-lhe sem cessar a verdade rude e brutal. Gritam-lhe: tu és pobre, trabalha! tu és ignorante, estuda!, tu és fraca, arma-te!”
[Eça de Queiroz]
FGonçalves (03Dec2013)
Nunca as palavras de Jorge de Sena fizeram tanto sentido, nem nos tempos de ditador Salazar (e eu vivi lá!), como o fazem hoje nesta ditadura da mediocridade e onde a pobreza de espírito é quem mais ordena !
A excelência e o mérito são em Portugal perseguidos e convidados a emigrar, como nunca !
"Que adianta dizer-se que é um país de sacanas?
Todos os são, mesmo os melhores, às suas horas,
e todos estão contentes de se saberem sacanas.
Não há mesmo melhor do que uma sacanice
para poder funcionar fraternalmente
a humidade de próstata ou das glandulas lacrimais,
para além das rivalidades, invejas e mesquinharias
em que tanto se dividem e afinal se irmanam.
Dizer-se que é de heróis e santos o país,
a ver se se convencem e puxam para cima as calças?
Para quê, se toda a gente sabe que só asnos,
ingénuos e sacaneados é que foram disso?
Não, o melhor seria aguentar, fazendo que se ignora.
Mas claro que logo todos pensam que isto é o cúmulo da sacanice,
porque no país dos sacanas, ninguém pode entender
que a nobreza, a dignidade, a independência, a
justiça, a bondade, etc., etc., sejam
outra coisa que não patifaria de sacanas refinados
a um ponto que os mais não são capazes de atingir.
No país dos sacanas, ser sacana e meio?
Não, que toda a gente já É, e pelo menos dois.
Como ser-se então nesse país? Não ser-se?
Ser ou não ser, eis a questão, dir-se-ia.
Mas isso foi no teatro, e o gajo morreu na mesma."
10/10/1973
Poema de Jorge de Sena
(poeta, crítico, ensaísta, ficcionista, dramaturgo, tradutor e professor universitário português).

O medo de ser português e de existir

Hoje, ontem e desde sempre vivemos num país mergulhado nas trevas e onde o medo tolhe tudo e todos !
O estado a que chegámos e a imobilidade de sempre desde povo é sobretudo porque este é medroso e incapaz de se unir, rompendo com as densas trevas em que está envolto e tolhido por uma cultura do medo que lhe foi instilada pelo próprio sistema educativo!
E eles, o poder reinante, sempre se governaram apenas a si próprios, em função da velha máxima do "dividir para reinar" e de uma sociedade mantida envolta num manto de medo e que
não para de incutir  o "medo do medo" !
De facto como dizia Mia Couto, há gente que tem "medo que o medo acabe", porque quando chegar esse dia os Vasconcelos deste país serão finalmente arremessados pelas janelas, e o país talvez ainda possa conter uma réstia de esperança, de finalmente vir a ser uma democracia séria e comprometida com aqueles que deve servir e que são os legítimos detentores do poder, o povo de Portugal!
Francisco Gonçalves "in" 19Dec2013

O Jugo da Maquinaria Política! "Os interesses comuns do género humano são enumeráveis e ponderáveis, porém a maquinaria política existente obscurece-os por causa da luta em torno do poder entre diferentes nações e partidos. Máquina diferente, que não exigisse modificações legislativas ou constitucionais e que não fosse muito difícil de criar, minaria a fortaleza da paixão nacional e partidária e focalizaria a atenção sobre medidas benfazejas a todos, em vez de concentrá-la em prejudicar o inimigo. No meu entender, é por esta directriz, e não pelo governo nacionalmente partidário, que se encontrará a saída dos perigos que actualmente ameaçam a civilização. O saber existe, e a boa vontade; ambos porém continuarão impotentes enquanto não possuirem orgãos próprios para se fazerem ouvir. " Bertrand Russell, in 'Ensaios Cépticos: A Necessidade do Ceptcismo Político'

“A cultura do medo é tóxica, seja ela deliberada e subproduto da intimidação ou um efeito acidental produzido por um estilo de gestão punitiva. O medo impede as pessoas de se manifestarem, mesmo quando o seu melhor juízo lhes diz que algo está errado.”
[ ANYA KAMENETZ “in” FastCompany]

20/12/2013

Os defeitos e as qualidades vistas por cada um de nós, seres erráticos e errantes!

Um dos grandes problemas da humanidade é o de de sempre querer dividir o seu próximo e as coisas, em qualidades e defeitos e sempre julgando em função desta psicose, agigantada pela moral cristã! 

Talvez valha a pena passarmos a julgar menos, a apreciar mais as pessoas e as coisas e sobretudo aprender a entender que tudo o que nos é dados perceber pelo nosso “self” é relativo e relativizável, e portanto as pessoas e as coisas só podem ter apenas características!

Aprendamos pois a "usufruir" e fruir das características de cada um, e entre todos, e o mundo passará a ser algo bem melhor e mais "curtido" para todos.
É uma contradição apontar defeitos e qualidades nos outros, na perspectiva de cada um de nós, seres erráticos e errantes!
Que esta seja também uma época de reflexão para todos nós, que com as nossas atitudes diárias simples, temos o poder de “mudar” o país e o mundo, tornando-os locais um pouco mais “habitáveis” e fraternos!

Para todos um Bom Natal e Festas Felizes e tal como disse Bertrand Russell "saibamos nós engrandecer o coração como já fomos capazes de engrandecer o intelecto".

[ Francisco Gonçalves "in" 20Dec2013]


( francis.goncalves@gmail.com )

Tu podes, com certeza, conviver com os outros, mas nunca seres os outros. Eles podem ser muito bons, mas tu és sempre melhor porque és diferente e o único com as tuas características.
[Agostinho da Silva]

13/12/2013

Um Portugal parado no tempo e desde sempre !

Um Portugal parado no tempo e tal como na era de Salazar, fora do tempo e do modo! 

Afinal não era só o "botas" que era um bota de elástico, mas confirma-se que os portugueses
todos são uns grandes "botas" ... de elástico também...

Assim estão bem uns para os outros e ninguém se pode queixar... Como concluiu Voltaire em "O Cândido", afinal "tudo vai pelo melhor no melhor dos mundos possíveis"...

Isto é de facto Portugal e os portugueses são quem faz de Portugal isto! 

Somos todos culpados.. disto!



E cito uma verdade inconveniente que li algures e que pode ajudar-nos a reflectir sobre porque somos o que somos :
"a sociedade prefere sempre os que falam bem e agem mal e condena com rapidez todos os que falam mal e agem bem".

FGonçalves “in” 13Dec2013


"Não há pensamento onde não há liberdade. Os nossos oito séculos de opressão e de intolerância deram isto: um povo cujos intelectuais raciocinam sempre a fazer figas."

Miguel Torga

06/12/2013

Os Pobres dos nossos Ricos, por Mia Couto in "Savana"

Rico é quem possui meios de produção. Rico é quem gera dinheiro» dá emprego. Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. Ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele. A verdade é esta: são demasiado pobres os nossos “ricos”. Aquilo que têm, não detêm. Pior, aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros. É produto de roubo e de negociatas. Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram. Vivem na obsessão de poderem ser roubados. 

Necessitariam de forças policiais à altura. Mas forças policiais à altura acabariam por os lançar a eles próprios na cadeia. Necessitariam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade. Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem.

O maior sonho dos nossos novos-ricos é, afinal, muito pequenito: um carro de luxo, umas efémeras cintilâncias. Mas a luxuosa viatura não pode sonhar muito, sacudida pelos buracos das avenidas. O Mercedes e o BMW não podem fazer inteiro uso dos seus brilhos, ocupados que estão em se esquivar entre chapas muito convexos e estradas muito côncavas. A existência de estradas boas dependeria de outro tipo de riqueza Uma riqueza que servisse a cidade. E a riqueza dos nossos novos-ricos nasceu de um movimento contrário: do empobrecimento da cidade e da sociedade. 

As casas de luxo dos nossos falsos ricos são menos para serem habitadas do que para serem vistas. Fizeram-se para os olhos de quem passa. Mas ao exibirem-se, assim, cheias de folhos e chibantices, acabam atraindo alheias cobiças. O fausto das residências chama grades, vedações electrificadas e guardas privados. Mas por mais guardas que tenham à porta, os nossos pobres-ricos não afastam o receio das invejas e dos feitiços que essas invejas convocam.

Coitados dos novos ricos. São como a cerveja tirada à pressão. São feitos num instante mas a maior parte é só espuma. O que resta de verdadeiro é mais o copo que o conteúdo. Podiam criar gado ou vegetais. Mas não. Em vez disso, os nossos endinheirados feitos sob pressão criam amantes. Mas as amantes (e/ou os amantes) têm um grave inconveniente: necessitam ser sustentados com dispendiosos mimos. O maior inconveniente é ainda a ausência de garantia do produto. A amante de um pode ser, amanhã, amante de outro. O coração do criador de amantes não tem sossego: quem traiu sabe que pode ser traído. 

Os nossos endinheirados-às-pressas não se sentem bem na sua própria pele. Sonham em ser americanos, sul-africanos. Aspiram ser outros, distantes da sua origem, da sua condição. E lá estão eles imitando os outros, assimilando os tiques dos verdadeiros ricos de lugares verdadeiramente ricos. Mas os nossos candidatos a homens de negócios não são capazes de resolver o mais simples dos dilemas: podem comprar aparências, mas não podem comprar o respeito e o afecto dos outros. Esses outros que os vêem passear-se nos mal-explicados luxos. Esses outros que reconhecem neles uma tradução de uma mentira. A nossa elite endinheirada não é uma elite: é uma falsificação, uma imitação apressada. 

A luta de libertação nacional guiou-se por um princípio moral: não se pretendia substituir uma elite exploradora por outra, mesmo sendo de uma outra raça. Não se queria uma simples mudança de turno nos opressores. Estamos hoje no limiar de uma decisão: quem faremos jogar no combate pelo desenvolvimento? Serão estes que nos vão representar nesse relvado chamado “a luta pelo progresso”? Os nossos novos ricos (que nem sabem explicar a proveniência dos seus dinheiros) já se tomam a si mesmos como suplentes, ansiosos pelo seu turno na pilhagem do país. 

São nacionais mas só na aparência. Porque estão prontos a serem moleques de outros, estrangeiros. Desde que lhes agitem com suficientes atractivos irão vendendo o pouco que nos resta. Alguns dos nossos endinheirados não se afastam muito dos miúdos que pedem para guardar carros. Os novos candidatos a poderosos pedem para ficar a guardar o país. A comunidade doadora pode irás compras ou almoçar à vontade que eles ficam a tomar conta da nação. Os nossos ricos dão uma imagem infantil de quem somos. Parecem crianças que entraram numa loja de rebuçados. Derretem-se perante o fascínio de uns bens de ostentação. 

Servem-se do erário público como se fosse a sua panela pessoal. Envergonha-nos a sua arrogância, a sua falta de cultura, o seu desprezo pelo povo, a sua atitude elitista para com a pobreza. Como eu sonhava que Moçambique tivesse ricos de riqueza verdadeira e de proveniência limpa! Ricos que gostassem do seu povo e defendessem o seu país. Ricos que criassem riqueza. Que criassem emprego e desenvolvessem a economia. Que respeitassem as regras do jogo. Numa palavra, ricos que nos enriquecessem. Os índios norte-americanos que sobreviveram ao massacre da colonização operaram uma espécie de suicídio póstumo: entregaram-se à bebida até dissolverem a dignidade dos seus antepassados. No nosso caso, o dinheiro pode ser essa fatal bebida. Uma parte da nossa elite está pronta para cometer esse suicídio histórico. Que se matem sozinhos. Não nos arrastem a nós e ao país inteiro nesse afundamento.

Autor : 
Mia Couto in SAVANA
13.12.2003
Extraído do link aqui mencionado

Eu não consigo acrescentar muito mais às palavras sábias de Mia Couto, também um dos meus autores de língua portuguesa preferido, mas apenas quero também aqui citar o Frei Fernando Ventura que disse há uns meses o seguinte "Ser Rico não é crime. Crime é ser Rico e Avarento! ".

Que economia e sobretudo que futuro para Portugal ?

Qual economia, qual recuperação, qual revitalização das empresas! E sobretudo que futuro para Portugal ??
Será que ninguém explica a estes economistas, políticos e governantes medíocres e sem vergonha, o que significa a palavra moeda (dinheiro), em inglês "currency", que implicitamente quer dizer... fluir... circular... ??!!
Pois se o dinheiro fica sempre entrincheirado nas mãos de meia dúzia de avaros e agiotas deste pobre país, e estes o põem sempre a salvo...em fantásticos "colchões” de offshores, sobretudo durante as crises económicas, e quando este é precisamente mais necessário na economia e posto a circular…
Do dicionário : currency-substantivo
moeda - currency, coin, gold / dinheiro - money, currency, dough, gold, penny, purse
moeda corrente - currency / circulação - circulation, running, currency, march
curso - course, progress, current, class, process, currency / papel moeda -paper money, paper currency, currency, paper, money, bank paper..
.. portanto não o deixam circular.. fluir… progredir.... assim o país nunca terá futuro e falar de economia é falar de corrupção, crime, agiotagem e extorsão... nunca de criação de riqueza…. e o sempre badalado “empreendedorismo” é uma falácia e uma forma desonesta de propor o “desenvolvimento” do país. E pior, uma mentira concertada pelos agiotas para assim manterem o povo no seu lugar, enquanto estes desfilam por entre a podridão das suas fortunas inúteis e estéreis, quase sempre fruto do roubo e da agiotagem sobre a nação.
Citando Reid Hoffman Co-Fundador do Linkedin "...(...).. um empreendedor que tenta criar um negócio numa sociedade enferma é como uma semente num vaso que nunca é regado: por mais talentoso que seja esse empreendedor, o negócio nunca poderá florescer."
Uma moeda ("currency") que não circula na economia traduz necessáriamente uma economia débil e sem qualquer vitalidade, e como num corpo humano onde a circulação sanguínea é deficiente, tal só pode determinar a falência e a morte !
Cuidados paliativos e medidas avulso são sempre a receita, mas nunca a cura e o resultado é um país sempre em crise e num imenso lodaçal de pobreza! Ontem, hoje e amanhã.. fatalmente!
O país precisa ser qualquer coisa de LIMPO E ASSEADO e nas escolas precisam ensinar outras matérias... que não só como se faz extorsão, evasão fiscal, economia paralela, crime económico.. e em
suma, parar de ensinar e dar exemplos de como se sobe na vida apenas pela desonestidade, pela cabotinagem e bajulação sórdidas, pela mentira e mesmo pelo crime.... quem em Portugal compensam sempre !
Em tom de desalento, resta-me citar Mia Couto A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos.. A verdade é esta: são demasiados pobres os nossos "ricos". Aquilo que têm, não detêm. Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros. É produto de roubo e de negociatas.”
Francisco Gonçalves “in” 05 Dec 2013

( francis.goncalves@gmail.com )

Os pobres dos nosso ricos, por Mia Couto, Escritor !

26/11/2013

liberté.. egalité e fraternité..

La revolution des copains et les confreres !
L' État c' est moi, le Roi ! ou ils les plutocrates!
C'est ça la democracie né de une telle revolution...!??
ó.. merde ... il y a le roi et les autres..
il faut qui une telle liberté.. egalité e paternité.. etrê jette dans la fosse!

Francisco Gonçalves (Dec2013)


21/11/2013

Vivemos tempos de absolutas trevas!

Just at it is !

Vivemos na actualidade tempos tenebrosos e nos quais as pessoas e as organizações, públicas e privadas governamentais e não governamentais, têm medo do conhecimento e do saber e fogem da pouca inteligência que ainda sobrevive.

O seu ambiente natural é a mediocridade, que cultivam como forma de sobrevivência pessoal, e isto numa predação de recursos do colectivo sem limites, a que juntam uma submissão, e mesmo subserviência, aos poderes absurdos e ilegitimos que profanaram as democracias ocidentais e delas se apoderaram.

São tempos de absolutas trevas, por entre sistemas de manipulação de massas poderosos que relegam os povos para mais e mais ignorância massiva, com sistema educativos castradores e que apenas fabricam iletrados e a difusão de uma "cultura" mediocre e vazia, que apenas estimula o consumo a qualquer preço, mesmo o das liberdades individuais.
Como tal prenuncia-se um regresso à barbárie, em que só a humanidade em geral, liderada por uma nova espécie de seres realmente humanos, nos poderá vir a livrar desta fatalidade.

Yes, there is hope..!!

Francisco Gonçalves "in" 21 Nov 2013

Francis.Goncalves@gmail.com

13/11/2013

Talvez não baste "à mulher de César que pareça séria..." !

Apenas uma reflexão sobre os dias sombrios que vivemos e com resultados que nos deveriam preocupar a todos, como cidadãos, como colectivo e nação !

Hoje em dia as pessoas e as organizações preocupam-se muito (ou até unicamente) com a aparência .. um curriculum apresentado de forma magnífica.. uma excelente apresentação de powerpoint, etc (são hoje o suprasumo da barbatana e valem só por si!!).... e capazes de levar gestores e decisores de empresas e governos, a terem autênticos orgasmos organizacionais, que depois se multiplicam pelos media, sempre àvidos destes e de outros "faits-divers" !

... mas surpreendentemente (e eu acrescentaria FATALMENTE), o mesmo não acontece na
preocupação com o desempenho, a competência real dos profisssionais e sobretudo com os resultados obtidos... que parecem nem sequer ter nenhuma relevância, até porque (presumo eu) os dinheiros na sua maioria até são públicos, e nem são dos "seus bolsos".
E até existe uma expresssão bem popular que caracteriza este sindroma, que define bem esta situação - "quero lá saber... isto nem é meu! ".

E isso é uma realidade bem objectiva e consta-se desde logo pela fraca produtividade dos portugueses (bem grave) e também dos europeus em geral.. Isto para já nem falar da mais completa ausência e incapacidade para inovar e por em prática processos criativos e que acrecentem valor no mercado, para os consumidores e a economia consequentemente.

Direi eu, que talvez não baste "à mulher de César que pareça séria... é preciso que o seja de facto também".

A minha questão é esta: Será que estamos a caminhar para uma sociedade da pura aparência, em vez do ser ?? Ou de outra forma para sociedades condenadas à irrelevância e consequentemente arriscarem-se a retrocessos civilizacionais, de que nem estaremos a ter sequer a ideia, qual o seu impacto nas actuais sociedades e países ?

Ou afinal apenas se constata que Murphy tinha razão quando em um dos seus principios afirmou :
"A garantia de sucesso é a honestidade, uma vez aprendida a forma de a fingir o sucesso está assegurado".

Efectivamente no passado, a raça humana ainda não tinha inventado o marketing, nem possuía a varinha de condão da estatistica, pelo que a sua única hipótese era usar a mentira !

Francisco Gonçalves

( francis.goncalves@gmail.com )

Honestidade é um presente muito caro. Não espere isso de pessoas baratas.” 
Warren Buffett

Artigo relacionado:

( É a má gestão que contrinbui para a baixa de produtividade na Europa ? )

13/10/2013

O nosso sistema escolar é uma conspiração mal disfarçada para eliminar a criatividade !

"Estamos num ponto de inflexão. Parece que estamos a reinventar tudo excepto o sistema de ensino, que devia (em teoria) ser a base de tudo o resto."

"A crise principal nas escolas de hoje e a irreverência."

"O nosso sistema de educação e uma organização de segunda categoria, estilo fábrica, a deitar cá para fora informação obsoleta apresentada também de forma obsoleta."

"O nosso pensamento educacional está preocupado como: ' o que é' . Não é por isso bom a criar. 'o que posso fazer?' "

"Quando passo por uma cadeia ou uma escola, tenho pena das pessoas que estão lá dentro!!!"

TOM PETERS!


Um país em letargia desde há mais de cem anos !!! Para quando o acordar ?

Este país está completamente subjugado a jogos de poder e interesses que nada têm a ver com o país real e os portugueses.
Tal como na idade média, onde os senhores (classes dominantes, como o clero e a nobreza) reinavam sobre o povo ignorante e subserviente, assim está Portugal onde os senhores das ordens, das sociedades ocultas e visíveis se movem na mais completa ilegalidade em torno de um governo de senhores absolutos, que tudo podem e tudo determinam.
Não fazem a mínima ideia de como vive o seu povo e pior, fazem de tudo para que este não perceba, nem possa reinvindicar os direitos em que uma vã constituição é pura letra morta!

A democracia é uma palavra vã e os portugueses ainda não acordaram da letargia em que vivem, tal qual povo na idade média, escravizados e despojados do seu bem mais precioso, que é a liberdade e a libertação dos danos que lhe são infligidos todos os dias por este poder absoluto e surreal em pleno séc XXI!!

Tal como no Salazarismo (embora este mostrasse a sua cara real) o povo vive oprimido e sem capacidade real para sair deste sistema, enredado e dominado por uns quantos senhores que ascenderam ao poder e o tomaram nas suas mãos de forma firme, deixando o país desvanecer-se em sonhos e na destruição real da sua estrutura produtiva e capacidades de criar riqueza. Têm usando a pilhagem de recursos a seu bel-prazer partilhando entre os seus pares de forma abominável e como nunca antes visto, mesmo no regime anterior e na monarquia!!

Foram cem anos de oportunidades perdidas, e os últimos 36 de uma época em que tudo foi feito de errado, relativamente a mudar o passado.

Os Portugueses estão finalmente a acordar desta letargia, e não sei se já demasiado tarde!!

Francisco Gonçalves / Jan 2011

O Abominável Des-Governo de Portugal!

A tirania e prepotência desta governação de autênticos saloios medíocres é tanta que nem sequer imaginam o país real que julgam governar. Apenas não passam de um grupo de contabilistas e merceeiros, que aparentemente estarão mandatados pelos portugueses, para se submeterem aos interesses da Troika (ou seja isto o que for!!?).

Não fazem ideia do rasto de miséria que estão a semear, deixando milhões de portugueses na pobreza e mais de meio milhão de crianças a passar já fome e este fenómeno em crescendo todos os dias, conforme a Caritas está já farta de alertar e não só.

Ainda não os vi sequer pronunciarem-se sobre estes graves problemas que devem estar a afectar, ao nível da pura sobrevivência, mais de 3 milhões de portugueses, entre os quais estão os mais frágeis da sociedade (crianças e os mais idosos), e muito menos a apresentação de um plano para lidar com este drama e emergência humanitária.

E o silêncio do presidente da república é de facto uma ignomínia para a nação e o seu povo e uma vergonha maior perante o mundo.

Estamos perante gente cara-sem-vergonha e sem escrúpulos ou moral e que apenas se querem salvar a si próprios. E enclausurados nos seus castelos dourados pagos pelo povo, não estão a fazer absolutamente nada por portugal e os seus cidadãos, a não ser provocar ainda mais pobreza, miséria e desolação social, por todos os cantos deste pobre país, que em decadência e sem governo que lhe valha ou assista no mínimo, está em colapso eminente.

Deplorável e vergonhosa a situação em que se arrasta no caminho da desagregação completa, esta nação de quase 900 anos de história!

Francisco Gonçalves.
11March2013

Portugal - Inovar é preciso e Urgente !

A Arte e a orientação para a inovação nas empresas como forma de criar riqueza e robustecer a economia!

Muito pouca atenção tem sido dada às políticas para a melhoria da capacidade das empresas em absorver e aplicar os frutos de uma maior compreensão da oferta da ciência e investigação, nem de como as necessidades dos mercados e os clientes são servidos e de como os efeitos de produtividade beneficiam as empresas e a comunidade de um País.

A inovação não trata apenas da descoberta inicial, é sobretudo sobre o processo de aprendizagem - aprender fazendo, a aprendizagem através da aplicação da tecnologia, de equipamentos e de sistemas de e-learning, através da interacção com os outros, e com o mundo. Os maiores benefícios da inovação são activados quando as empresas decidem estrategicamente criar uma vantagem competitiva, pela percepção do valor da descoberta de novas e melhores ofertas de produtos e serviços, e pelos quais alguém estará disposto a pagar. Trata-se sobretudo de criar produtos e serviços que as pessoas necessitam, mas que ainda não se tinham dado conta desse facto. Inovação é também criar novas motivação, despertando emoções no consumidor.

É crucial para compreender melhor como a inovação funciona ao nível da empresa e, em particular, como as empresas adquirirem, absorvem e aplicam o conhecimento de todas as fontes (da ciência e investigação, bem como dos mercados e clientes) para fornecer novas, diferenciadas e valorizadas ofertas de negócios, e continuamente sendo capaz de o fazer sempre que as condições e as circunstâncias mudam.
Essa inovação empresarial envolve a criação de competências e aprendizagem por parte das empresas. Mais do que apenas o toque empresarial, requer-se proficiência em sustentar o dia a dia de sistemas de negócio e competências de gestão para trazer produtos e serviços para o mercado e melhorar continuamente ofertas de mercado em resposta às mudanças deste, mesmo em circunstâncias adversas como em tempos de turbulências e crises económicas.

Mark Dodgson, da Universidade de Queensland na Austrália, identificou uma ampla gama de planos estratégicos, operacionais e de integração e sumarizou quais as capacidades necessárias para guiar as empresas inovadoras, e que são:
As competências estratégicas e de liderança
• capacidade para responder às mudanças no ambiente de mercado;
• comunicar claramente a intenção estratégica e articular a necessidade de operar a mudança através da inovação;
• capacidade de nutrir ideias inovadoras e criatividade em toda a empresa;
• compreender o valor que a inovação pode oferecer, e estar aberto a novos modelos de negócios alternativos;
• abertura para aprender com o fracasso ("quanto mais depressa errar, mais rapidamente poderá tentar de novo e acertar", Tom Peters 2008);
• pensar e agir a partir de uma perspectiva global.

Competências operacionais
• avaliação de oportunidades de inovação através de métodos formais para sua análise, avaliação e selecção, incluindo o mercado pesquisa e avaliação de riscos;
• identificar os desafios na gestão das actividades inovadoras, aquisição de ferramentas para tornar os processos mais sistemáticos e necessidade de configurar os recursos para apoiá-los;
• reduzir o tempo de ciclo e custo da inovação através da simulação, modelagem e uso de prototipagem virtual e rápida (uso de redes sociais e Web 2.0 e Web 3.0);
• criação de valor do projecto; capacidade de inovação dos colaboradores;
• Incentivar, através de incentivos e recompensas para a experimentação e inovação;
• proteger a propriedade intelectual de forma adequada e;
• Auditoria e medição do desempenho da inovação de forma significativa, incluindo a opção de valores que ela cria.

As capacidades integrativas
• colaborar efectivamente com parceiros, clientes e fornecedores na criação e entrega de inovação;
• respeitar e desenvolver quadros regulamentares, normas técnicas e exigências ambientais;
• intermediação de conhecimento sobre a inovação em toda a organização, limites profissionais e disciplinares.

O sucesso assenta em estratégias de longo prazo e deliberadas, concentrando investimento no suporte da empresa detendo e cuidando dos activos tangíveis e intangíveis. O mais importante aqui são a formação, aquisição qualificações e competências, gestão de risco, recrutamento, design, transferência de tecnologia, proficiência em vendas e marketing, produção e capacidades específicas de gestão na óptica da inovação.
Inovação, portanto, precisa ser entendida não como apenas um sistema envolvendo novos produtos e tecnologias, nem apenas criatividade e empreendedorismo. A essência da inovação na prática é a criação de novo valor de mercado voltado para a transformação do negócio numa perspectiva aberta e colaborativa.
Como tal as a administração das empresas necessitam estar cientes de que estas têm que adaptar às tecnologias do século 21 e à luz das mais recentes ciências do comportamento. Só a inovação nesta perspectiva poderá impulsionar as empresas e as sociedades na senda do sucesso e de mais progresso.

Francisco Gonçalves @ Softelabs (2009).

Fontes: Agenda Austrália on Innovation (c) 2009 (Studies & White Papers).
O Open Source e seu impacto económico 2008 (c)

Ver também:

A aprendizagem em e-learning e a partilha da informação

A aprendizagem focada no desenvolvimento do grupo e no trabalho colaborativo, traduz uma nova ordem assente numa nova cultura da partilha da informação e do conhecimento.

E a cultura da partilha no interior de uma comunidade é deveras importante, porque é através desta dinâmica de colaboração que de forma mais eficaz se pode ´transmutar´ informação em conhecimento.
Conhecimento que é por sua vez propagando pelos membros do grupo, dentro das próprias comunidades em que se inserem, dotando estas de aquilo que se designa por inteligência colectiva. E esta é, em meu entender, uma das receitas de sucesso para as organizações do futuro.

A nossa cultura, até à data muito baseada no lema de que "dispor de informação e conhecimento significa poder" está a ser subjugado pela ideia de que "quem tem a capacidade de partilhar informação e conhecimento é que detém o poder".
"Knowledge is useless unless you share it".

É a partilha de conhecimento, hoje em dia na sociedade caracterizada "do conhecimento e da partilha", que aumenta consideravelmente a nossa capacidade de "saber mais fazer" e "porquê", e que é exactamente a base daquilo que hoje se considera conhecimento.

O sentimento, que está ainda deveras enraizado na sociedade, de que ao partilhar conhecimento se perde poder ou influencia é falso, já que sendo o conhecimento um bem cada vez de vida mais curta, é importante que o mesmo seja partilhado, para que possa ter a hipótese de ser útil e produtivo.
A partilha de conhecimento cria uma dinâmica de inovação, que motiva o espírito de grupo, permitindo deste modo o seu aperfeiçoamento continuado. Se uma ideia é partilhada, poderá desde logo ao ser conhecida, beneficiar de melhoramentos, adoptada e ser de alguma forma útil à comunidade.

E a melhor maneira que conheço de beneficiar de uma cultura de partilha, é desde já começar a implementa-la na nossa rotina diária, nas comunidades em que nos inserimos.
"The best thing you can do with knowledge is sharing it".

Francisco Gonçalves
SoftElabs (2008).

A Colaboração e a Inovação como Vantagem Estratégica e Competitiva

Tendo nos últimos anos, estado envolvido em projectos, estudos e "provas-de-conceito" de múltiplas plataformas inovadoras baseadas em Open-Source e Linux e orientadas à Web, tenho a forte convicção de que as redes de colaboração (onde se incluem as redes sociais) irão dar clara vantagem competitiva às empresas que primeiro ousarem tirar partido destas para inovar, tornando-se mais produtivas e actuando estrategicamente no mercado e nos negócios.

As redes colaborativas estarão focadas, na interacção entre as equipes e comunidades de forma horizontal e na organização dos dados, accionáveis em formatos que permitam a tomada de decisões, a colaboração e a sua re-utilização através de processos de mashup´s. Desta forma as ferramentas colaborativas vão ser cada vez mais criticamente importantes para as empresas e organizações, ajudando-as a criar uma nova cultura de inovação, através de novos níveis de excelência operacional, que determinarão enormes vantagens competitivas perante a concorrência.

Sem dúvida que o segmento de ferramentas de Colaboração vai representar, nos próximos anos, um dos maiores eixos de investimentos que as empresas terão que efectuar necessariamente em TI, juntamente com as áreas de Virtualização (desktops, servidores, storage e redes), Intranet Cloud Computing e "inteligência" no Data-Center, por forma a acelerarem a agilização de recursos, mantendo-se deste modo competitivas.

A colaboração está inclusive já há algum tempo no centro das atenções dos principais "players" com capacidade de inovação do mercado, como a CISCO (actualmente em processo de aquisição de empresas na área da colaboração Web Office), a IBM como Sametime 3D (SecondLife) e GOOGLE (com o GoogleDocs, GoogleWiki, GoogleWave, etc.) e muitos outros "small players", que estão continuadamente a inventar a colaboração para a próxima década.

Destacam-se startups inovadoras como a ThinkFree, Zoho, Alfresco, ActiveCollab, MindTouch, EtherPad, e alguns Projectos no universo do Second Life. Ainda as vagas transformacionais da Internet e as inovações nos domínio das designadas Web 2.0, Web 3.0, Web 3D e Web semântica, estão a irromper e lançar novas formas de interagir, aprender, comunicar, colaborar e partilhar, que terão impacto cada vez mais significativo na forma como as empresas vão ser capazes de inovar e lançar produtos e serviços competitivos na próxima década. Nunca antes o lema "Inovar ou morrer !!!!" se colocou com tanta acuidade no mundo dos negócios, como o vai ser na próxima década.

A colaboração está assim no centro da inovação nas empresas, sendo crucial para para dinamizar processos inovativos nas empresas e organizações em geral e prometem enormes benefícios como o aumento da produtividade, redução de custos e, em última instância, o melhor alavancar do conhecimento entre grupos internos e externos (conhecimento organizacional), e o desenvolvimento de produtos e serviços mais eficientes e rentáveis e contribuindo para uma melhor satisfação dos clientes.

No sentido de contribuir com algumas ideias que possam lançar a colaboração nas empresas, elaborei uma apresentação que foca toda esta temática e quais as vantagens e benefícios que estas poderão colher, na próxima década, com a adopção de uma nova cultura de inovação, colaboração e partilha activa entre colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros de negócio, bem como a sua repercussão na geração de novas ideias produtivas e reprodutivas, aliando produtos / serviços mais competitivos e próximos dos seus clientes.

Francisco Gonçalves (June2009)

IT Architect / Consultant & Strategic Open-Source Advisor.

A Apresentação : A Colaboração no Centro da Re-invenção da Empresa

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