26/04/2012

O Mundo actual e o conhecimento de nós mesmos !

O ser humano já fez progressos tremendos, e entrámos no Séc XXI, depois de termos conquistado as primeiras bem sucedidas aventuras do homem no espaço, descodificámos o DNA, estamos prontos para o domínio da física quântica, entre muitos outros prodígios conseguidos até à data.

Os beneficiários de todas estas conquistas são a humanidade que no seu todo está de parabéns, embora estejamos do ponto de vista politico e de organização das sociedades, em níveis ainda bem primários, com sistemas corruptos onde domina, não a inteligência que nos fez obter todas as conquistas acima referidas e mais algumas, mas sim apenas os nossos instintos mais básicos, que comungamos com todos os outros animais mamíferos que habitam o planeta.

Por outras palavras somos governados e mesmo dominados não pela inteligência dos homens, mas sim pelas emoções e sentimentos básicos do animal, onde predominam as emoções e os sentimentos sem qualquer controle, sobre a razão e o domínio superior do cérebro, que nos distingue dos outros animais mamíferos!
Por isso o mundo, em termos societários, não conhecerá grandes evoluções significativas, enquanto todos nós seres humanos dotados de um cérebro completo e também da "inteligência humana", não dominarmos aquilo que nos está mais perto e ainda desconhecemos por completo, que somos nós próprios.
E sobretudo importa não aceitarmos nenhuma ideia ou princípio, que não seja fruto da nossa firme e determinada consciência, depois de analisados pela nossa mente racional, mas livre de qualquer preconceito ou imposição externa a nós mesmos.

E fica o alerta, de que o "conhecermo-nos a nós próprios", não significa que nos enredemos ainda mais em mitos, dogmas ou convicções de qualquer espécie, mas antes pelo contrário, e usando os conhecimentos mais avançados disponíveis hoje através da neurociência, da psicologia e de filosofia, para que munidos de técnicas práticas, possamos explorar e conhecer o nosso mundo interior, tornando-o também melhor, mais estável e equilibrado. E isto até como forma de podermos mais facilmente atingir aquilo que todo o ser humano ambiciona na vida: a conquista da Felicidade.

Vale a pena pensar nisto!


A pior de todas as prisões que oprimem hoje a maioria dos seres humanos não é sequer já de ordem física, mas sim aqueles grilhões que existem na nossa própria mente, fruto da nossa educação, ensino e exposição à actual sociedade de consumo imediato!
Francisco Gonçalves @15April 2013

"Enquanto o povo não governar a própria mente, nunca mudara nada."
[Cello Vieira]


Francisco Gonçalves "in" 26April2012
francis.goncalves@gmail.com

Citação:


“Não acreditem em nada, só porque lhes foi dito. Não acreditem na tradição apenas porque foi passada de geração em geração. Não acreditem em nada só porque está escrito nos seus livros sagrados. Não acreditem em nada apenas por respeito à autoridade de seus mestres. Mas qualquer coisa que, depois do devido exame e análise, vocês achem que leva ao bem, ao benefício e ao bem-estar de todos os seres - nesta doutrina creiam e aferrem-se a ela e a tomem como guia.”

[Buda]


22/04/2012

Reflexão sobre as religiões, a evolução da humanidade no Séc XXI e o poder sobre a sua Mente!

O Budismo é uma relegião e uma filosofia que ensina princípios práticos de vivência espiritual, sem que os seus praticantes sejam obrigados a admitir sequer a existência de um Deus, ou mesmo a acreditar na re-incarnação. 
Para além disso nas ultimas décadas, muitos estudos científicos em que Meditantes Budistas colaboraram em estudos envolvendo cientistas de renome internacional, que estudam e estão na vanguarda das mais recentes descobertas cientificas sobre o funcionamento do cérebro, e nenhuma delas ainda conseguiu por em causa os conhecimentos budistas obtidos, embora de forma empírica ao longo de mais de 5,000 anos. 
Muito pelo contrário, aliás Budismo e Ciência parecem estar a coincidir, e muito recentemente, até sobre a forma de funcionamento do nosso cérebro e da nossa mente. Daniel Cooleman (http://danielgoleman.info/ ), um dos principais "cérebros" na descoberta da inteligência social e da inteligência emocional, que tem estado envolvido em muitos destes estudos, nos seus livros consubstância tudo o que atrás eu escrevi, tal como a maioria dos cientistas que hoje estão na vanguarda do estudo do funcionamento da mente, principalmente, de entre muitos outros. 
Não será talvez por acaso que Albert Einstein, disse ainda no seu tempo, mas pensando sempre muito à frente o seguinte : “O budismo tem as características do que se esperaria de uma religião cósmica para o futuro”.
Ou ainda continuando a citar Einstein : “Um ser humano é parte de um todo chamado por nós de “Universo”, é uma parte limitada no tempo e no espaço. Ele experiencia a si mesmo, seus pensamentos e sentimentos, como alguma coisa separada do resto ─ uma espécie de ilusão de ótpica de sua consciência. Essa ilusão é uma forma de prisão para nós, restringindo-nos aos nossos desejos pessoais e à afeição por umas poucas pessoas próximas. Nossa tarefa deve ser a de nos libertarmos dessa prisão alargando nossos círculos de compaixão para envolver todas as criaturas vivas e o todo da natureza em sua beleza.” [Albert Einstein]

Livros que recomendo sobre esta reflexão :
1) O Livro da Consciência de António Damásio.
2)  A Alegria de Viver de Mingyur Rinpoche
 



Francisco Goncalves,
francis.goncalves@gmail.com

21/04/2012

A Europa e a tragédia que já se anuncia !

Face à exagerada dívida externa acumulada em geral pelos países Europeus, a situação de falência Grega e Portuguesa, a eminência da queda de Espanha, que arrastará fatalmente a Itália e a França ( de referir que a França tem uma das maiores dividas externas da Europa, isto proporcionalmente claro!), a Europa só tem uma saída: Começar a obter um crescimento económico que não seja marginal, como tem vindo a ocorrer ao longo dos últimos anos !

Mas como todos sabemos a Europa tem a sua capacidade de crescimento comprometida e como referi atrás, endividada até à ponta dos cabelos!
Como tal ou consegue inovar e fazer crescer a sua economia ao nível de 6-8% ao ano, ou estará liquidada, isto numa economia globalizada, cada vez mais competitiva e ainda face a novos "players" e às mudanças constantes que estão a ocorrer.
Aparentemente a Europa está velha e incapaz de gerir a mudança e adaptar-se a novos modelos de conceber e produzir produtos e serviços! É a velha Europa cheia de medíocres e burocratas na mais perfeita decadência, tal como no passado a classe dos nobres, quando o paradigma dos senhores da terra mudou para sempre!

Haverá ainda uma outra escapatória possivel, para evitar a capitulação da Europa, face à incapacidade de crescimento económico que é exigido pela actual conjuntura dos países integrantes, mas que não terá acolhimento pela tal Europa que se deixou cair na linha " de uma europa de várias velocidades ". 
E esta solução passaria por uma decisão de união politica, que ajudaria por um lado a consolidar politicas económicas e sociais de forma coordenada e assim ajudar a reduzir as desigualdades sociais e económicas entre as regiões, fomentando o desenvolvimento económico dos países com menor crescimento e um ambiente de harmonia e equilíbrio, que daria ainda alguma confiança acrescida aos mercados.

Mas esta última hipótese estará muito distante na forma de pensar dos governantes europeus actuais, que em minha opinião, não tendo a dimensão de estadistas e a estatura de politicos à altura dos actuais acontecimentos, preferirão antes debruçar-se sobre o que divide os povos que integram a actual Europa no momento, do que aquilo que os poderia unir e tirando daí vantagens para o futuro de uma Europa forte e definitivamente unida.

Francisco Gonçalves in 19April2012
francis.goncalves@gmail.com

Ainda e sempre a malfadada sustentabilidade da Segurança Social !

Ainda a sustentabilidade da Segurança Social e a incapacidade, ou o roubo deliberados dos contribuintes, pelos governantes deste pobre país -
Começo a estar cansado de ouvir tanto politico dizer disparates e nada fazer para reduzir a corrupção e a despesa excessiva do estado. A tal gordura enorme de que nos falava Passos Coelho antes de ser Governo, que continua intacta tal como os privilégios dos ricos e poderosos. Os únicos privilégios que foram tocados, foram os dos pobres, porque tal como diz o povo este poder oligárquico "não pode ver uma camisa lavada num pobre ".
E mais desvairado fico quando vejo que ninguém, mas ninguém mesmo, é capaz de reflectir sobre ideias concretas para resolver, de forma simples a sustentabilidades da Segurança Social, partindo do principio que passamos a ter governantes sérios e rigorosos e não "governantes delirantes", ou conluíados com a corrupção permanente, a que este país tem estado sujeito.

A segurança Social tem sido abalroada, ao longo de décadas, pelo excesso de despesismo (gastos sem qualquer controle que eu pessoalmente presenciei, e tal como qualquer auditoria também o pode provar), bem assim como os governos foram efectuando transferências da rubrica Segurança Social, para prestações de solidariedade Social e mesmo para equilíbrio das contas públicas, dinheiro que nunca voltou à rubrica Segurança Social. 
Isto para além das negociatas dos fundos de pensões dos bancos e outras entidades, que entretanto foram sempre feitas com penalização para o lado da Segurança Social e do Estado como tem mandado a etiqueta e a falta de ética e de moral de quem nos (des) governa criminosamente, e mesmo no mais perfeito desrespeito pela carta internacional dos direitos do Homem, da ONU, à qual Portugal aderiu e foi aceite em 1955.
Estamos perante mais um tipo de crime destes governantes (alguns bem desonestos), que nos têm (des) governado, e os mesmos que agora dizem que não há solução para o povo, que não seja empobrecer os portugueses, que descontaram uma vida de trabalho e viram, e continuarão na óptica destes "reformadores", a ver as suas reformas reduzidas de forma ignóbil, e digo mesmo criminosa!!
Pois eu vos digo que se todos nós portugueses quisermos há solução e sustentabilidade para a Segurança Social e pelos próximos 100, 200 anos...

Mas primeiro há que baixar a despesa do Estado, para níveis de sustentabilidade e equilíbrio sensatos, para um país como o nosso, num mundo em mudança acelerada, e para tal reduzindo os gastos deste, para algo na ordem dos (+/-) 36% do PIB. Como isto se consegue hoje é fácil: automatizar, automatizar e tornar a  automatizar, até ter um menor e melhor estado, que realmente sirva o povo, que é o pressuposto único da sua existência em democracia.
Com esta redução será possível baixar as taxa de IVA para os 16% /17% (por exemplo e estes não são números rigorosos e mero exemplo do modelo que se descreve).

É claro que existem outras varáveis de sustentabilidade que são cruciais, como a demográfica e a do crescimento económico, que se assume terá que descolar, ou então Portugal não terá qualquer futuro a não ser um ignóbil Terceiro Mundo, a caminho de África Subsariana!
Mas sobre estas duas variáveis que afinal determinam o PIB nacional deixo aqui o link de uma outra reflexão : Portugal, que Fazer !

Depois, será apenas necessário criar uma taxa de IVA social (de por exemplo 2/3%, embora este valor fosse variável e que deveria ser indexado ao nível do deficit geracional do momento) e teremos um IVA total de 20%, que pela certa (embora não tenha feito grandes cálculos) dará sustentabilidade à segurança social pelos próximos 100 anos, e muitos mais seguindo este modelo ou a combinação com outro qualquer que reforce este (que me principio julgo não seria necessário), mas que possa ser um complemento, se for necessário algum ajustamento da taxa de IVA, por exemplo.
Relativamente às quotizações para a segurança social (de empresas e trabalhadores) a tão badalada TSU, e ao afirmar-se que as empresas pagam muito de TSU, tudo não passa de um embuste para empobrecer ainda mais o país, pois qualquer patrão sabe que ao contratar um novo empregado e quando lhe propõe um vencimento está sempre a calcular os custos totais dessa contratação, que implica o pagamento de 23,75% do vencimento para a Segurança Social de cada empregado.
Mas até aqui, e concordarei que haverá uma certa injustiça (??!!), mas entre empresas que são desiguais, pois o rácio de vendas por empregado é bem diferente de sector para sector ou mesmo de empresa do mesmo ramo.

E como resolver esta situação tornando esta contribuição mais equitativa para as empresas. Penso que não vou acrescentar nada de novo, e que bastaria que o modelo de contribuições para a TSU pelas empresas fosse calculado em função do rácio de vendas por empregado. Assim uma empresa com maior número de vendas e menos empregados pagaria mais de TSU que uma outra empresa com menor volume de vendas por empregado. Simples, não!!?? E sobretudo mais justo e equilibrado do ponto de vista da economia!

Eu sei que os economistas desta praça vão logo dizer que estes modelos vão trazer menos crescimento à economia e outras balelas, de eras completamente diferentes e que já passaram. Como e que alguém sabe de sériamente que isso corresponde à verdade perante os desafios enormes que vamos ter com uma globalização a uma escala nunca antes pressentida sequer?? Se tiverem resposta para estes factos, desde já agradeço os respectivos esclarecimentos e estou sempre disposto a aprender algo de novo, não "velharias" sem utilidade!

Este modelo bem simples (e que nem sequer inventei - "Not invented here"), tendo-me limitado a seguir ideias e formulas bem antigas, estou convencido, será perfeitamente possível de implementar e resolver definitivamente a sustentabilidade do actual modelo de segurança social e com justiça e equidade para toda a sociedade, e muito apreciaria que me demonstrassem o contrário ou levantassem as objecções que este vos merece. 
Isto óbviamente se o povo não permitir mais que estes governantes continuem na mais completa impunidade, a roubar e/ou a delapidar o erário público, com o têm vindo a fazer até hoje, e continuam mesmo depois de avisados pelo povo e alertados pelas instâncias internacionais, entre elas a OCDE e o FMI !

Ainda se acharem que as acusações que aqui faço aos governantes medíocres (em geral) do nosso pobre País, autênticamente delapidado, e todos deveremos ter a noção da sua gravidade e que as mesmas devem ser investigadas, pois acho que esse deverá ser o caminho a seguir. A mobilização de todos os cidadãos, para que sejam efectuadas as devidas auditorias às contas da Segurança Social durante os últimos 30 anos, e verão que as acusações que aqui formulei são uma brincadeira de crianças, quando comparadas com as eventuais conclusões das auditorias que possam vir a ser feitas, e tenho disso a mais firme convicção. Haja apenas coragem dos portugueses para as despoletarem de foram transparente e rigorosa.
Apenas alguns números e factos sobre a gestão danosa da Segurança Social pelos sucessivos Governos podem ser consultados  aqui neste documento.

E ousemos pensar diferente e em prol de um mundo melhor e não a uma espiral de degradação a que nos deixámos submeter!

"Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegura o ensejo de trabalho, que dê futuro a juventude e segurança à velhice."
[Charles Chaplin]

"Embora os problemas do mundo sejam cada vez mais complexos, as soluções continuam a ser embaraçadoramente simples."
~Bill Mollison (Tasmânia, Austrália, 1928) investigador, autor, cientista, professor e naturalista.

Francis.Goncalves@Gmail.com
Francisco Gonçalves in 16April2012

Artigos relacionados : Serviço Nacional de Saúde é sustentável.

                                       Quem paga o estado social em Portugal.

13/04/2012

Por que devemos parar de ouvir economistas !

Em meados de 2000, um pequeno grupo de elite de estudantes de pós-graduação em algumas das mais prestigiadas universidades da França declarou guerra ao “modelo econômico” vigente. Este seria o início do fim do “economista” moderno.

Concluíndo que a economia se tornou numa "ciência autista", perdida em "mundos imaginários" e muito do que eles estudaram não tinha nenhuma relação com o que estava acontecendo, fora das paredes da sala de aula, estes alunos exigiram um maior realismo no ensino de economia, menos “dependência da matemática e dos "modelos económicos", como um fim em si". E sobretudo mais espaço para abordagens além do modelo neoclássico dominante, incluindo a entrada de outras disciplinas, como história, psicologia e sociologia. Eles chamaram ao seu movimento "Autisme-de-la-economie" .

Os economistas modernos tornaram-se tão alheios ao que tinha começado como uma tentativa dos pensadores do século 18, em dar explicações para as profundas mudanças sociais e económicas que estavam a ocorrer ao seu redor, que as duas maiores tradições intelectuais que formaram os fundamentos do estudo da economia, têm sido a ser largamente abandonados: a economia política, que se baseia na ideia simples de que os resultados económicos são muitas vezes determinadas em grande parte por factores políticos (e vice-versa) e da filosofia moral, que é exactamente o que parece.

Até o final do século 19, o novo campo da economia já não se preocupava com a filosofia moral, e cada vez menos com a economia política. Economia política era menos vital, porque a
intervenção do governo interrompeu o caminho para o equilíbrio e, portanto deve ser evitado.

E evitando a moralidade, a economia iria preocupar-se unicamente com o comportamento dos racionais, auto-interessado, de serviços públicos de maximização virados para o "Homo economicus" . (O que ele faz fora dos limites do mercado, seria deixado para as outras áreas de estudos !). O estudo foi chegando a ser dominado por uma convicção de que os mercados produziam a alocação mais eficiente de recursos escassos, e que as pessoas sempre procuram maximizar sua utilidade através de uma forma economicamente racional, e que tudo isso acabaria por levar a um equilíbrio geral de preços, salários, fornecimento e procura.

E assim até o início do século 20, os economistas estavam à procura de teoremas e modelos que poderiam ajudar a explicar o universo. Embora eles estivessem a lidar com o comportamento dos seres humanos, e não com átomos e partículas, chegaram a acreditar que podiam prever com precisão a trajetcória do ser humano, para as suas tomadas de decisão no mercado e vida em sociedade. Das inovações de Adam Smith, através de John Maynard Keynes ' e dos seus trabalhos na década de 1930, a economia foi argumentando em palavras. Agora, passaria a argumentar apenas através de números.

Mas, falando agora em números, em média, as economias modernas tendem a ignorar os nossos "espíritos animais" - descartando a nossa irracionalidade humana, a venalidade, a ineficiência e ignorância, porque estas são qualidades que são extremamente difíceis de ligar a qualquer equação matemática, que pretenda ousar modelar o comportamento humano.

Esta tendência para definir a disciplina, dotando-a de ferramentas matemáticas, levou a teoria económica convencional a ignorar o facto muito real e presente de que "Homo economicus" é muito mais ansioso, irracional, imprevisível e complexo do que a maioria dos economistas pode realmente esperar alguma vez compreender desta forma. E, como Smith reconheceu, esta tem uma dimensão moral e ética que não pode ser ignorada.

Hoje, dez anos após o primeiro vislumbre real de pós-autistas da economia e no meio dos destroços da economia inafundável nas "rochas" da realidade, a resistência continua na economia por meio de uma  Rede de "Pós-Autista Económico", um boletim publicado pelos economistas que ainda continuam a resistir à ortodoxia - agora conhecida como a revisão económica Mundial da realidade.
Em editorial, de Janeiro de 2010, os editores pediram às principais organizações da economia, para censurar os economistas que "através dos seus ensinamentos, pronunciamentos e recomendações de política facilitou e agilizou até o colapso financeiro global" e apontou para a "contínua crise moral dentro da profissão dos economista.".

E é por isso que devemos parar de ouvir os economistas, ou pelo menos aqueles que têm todas as respostas sempre na ponta da língua e que estão sempre convencidos de que têm razão absoluta e que apostam aquela ser matemáticamente exacta.

Este artigo é da autoria Andrew Baxter e reservados todos os direitos do autor (c).

‎"A BBC tem uma história fascinante sobre como uma fórmula matemática que revolucionou o mundo das finanças -. E, finalmente, poderá ter sido responsável pela sua queda O modelo matemático "Black-Scholes", introduzido na década de 70, abriu o mundo de opções , de futuros, e negociação de derivativos de uma forma, que nada nem antes nunca antes houvera sido efectuado. 

O seu sucesso fenomenal e a sua adopção generalizada de Myron Scholes ganhou inclusivé um prémio Nobel em economia.

No entanto, a adopção generalizada do modelo pode ter sido responsável pela crise financeira dos últimos anos, e que ainda estamos a viver.

É interessante refletir sobre como algoritmos e fórmulas que trabalhamos hoje, e pale forma como estes estarão a influenciar o futuro da humanidade, para o bem e par o mal ".
Autor: jools33 @slashdot.net

Informação sobre o artigo da BBC

Afinal a ciência económica que muitos ainda professam, não é tão precisa quando os economistas quiseram fazer parecer ao mundo e os resultados destas crenças, e de terem feito o mundo acreditar que os comportamentos das sociedades humanas com todas as vicissitudes que encerram, e ignorando mesmo os nossos "espíritos animais, poderiam ser simplesmente reduzidas a simples equações matemática, estão bem à vista de todos!
Afinal previsões não passam disso mesmo. Mas quando a cegueira é muita estas passam a ser promovidas a ciência e a "bruxa" da porta ao lado, é promovida a consultora de fundos imobiliários! E assim vai o mundo da economia e os economistas que nos assistem em pleno Séc XXI, ou seja uma economia por entre densas trevas e ignorância demencial!

Que as novas gerações de economistas e o seu movimento "Autisme-economie" nos salvem destes tresloucados !

Francisco Gonçalves in 13April2012
francis.goncalves@gmail.com

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