30/01/2014

Somos todos valentes, grandes heróis e capazes de tudo... excepto pensar !

Nem entendo o que fazemos por cá ...simplesmente a passar o tempo... sem sequer ousarmos pensar?!

Afinal continuamos a ser escravizados porque queremos... e .a deixarmo-nos manipular pelos sempre labregos, que usam a boa e santa demagogia sempre feita à maneira.. ontem e hoje.. 

..afinal não somos assim tão diferentes nem evoluímos tanto desde o antigo Egipto... ou quiçá da Mesopotâmia...

Enfim, humanos carregados de licenciaturas, doutoramentos, MBA's, e outras estranhas formas de vida... mas usar o cérebro para outras funções mais nobres que o simples memorizar de pilhas de factos... isso aí .. só mesmo mortos!!

Estamos todos de facto reféns daquilo a que eu chamo de há muito a "síndrome do macaco" !

Este é o nosso verdadeiro problema e razão porque somos miseravelmente explorados e humilhados em pleno séc XXI !

Quer saber o porquê e a razão de sermos reféns da "síndrome do macaco " ?

Eis a "sindrome do macaco" explicada para todos !

E, mais... 

Afinal estava certíssimo Bertrand Russell quando afirmou  que "a maior parte das pessoas prefere morrer a pensar; na verdade, é isso que fazem."..

and... that's all folks !

Francisco Gonçalves

( francis.goncalves@gmail.com )


Os portugueses teimam em não querer pensar por si próprios

Os portugueses teimam em não querer pensar, abdicando mesmo de ter opinião própria, e nesse sentido limitam-se a seguir a "manada" e o primeiro politico ou senhorial criatura que lhes promete aquilo que
eles querem ouvir. E este é sem dúvida o maior falhanço da democracia portuguesa e também o maior desaire para Portugal e os portugueses, de ontem, de hoje e de amanhã!
O povo português gosta de ouvir um politico bem falante, de discurso difuso mas austero nas palavras, e que lhe diga o que ele espera ouvir, não importa o conteúdo do que diz,  as promessas que faz, ou mesmo a sua moral, carácter, a sua capacidade ou competência. Limita-se a existir passiva e comodamente por entre laivos de uma fraternidade sempre toldada pela inveja e a seguir passivamente as opiniões que a imprensa, devidamente formatada, lhe oferece ao “telejornal”, junto com a dos seus clubes (ou partidos) e dos seus venerados “deuses”, que para ele sempre têm reservada e preparada à boa maneira de manipulação de mentes simples, tal qual sermão e missa cantada de outros tempos, numa espécie de homilia dominical. Nunca se questiona ou ousa divergir da opinião que o domina e lhe é imposta pelos sistemas mediáticos que o controla e sempre consegue amansar.

O português tipico (e genéricamente o de ontem, com menos escolaridade e até analfabeto e o de hoje “licenciado”, mas de plena iliteracia) vai ao rubro e coloca no pedestal qualquer criatura que tenha nascido com os dons da esperteza saloia e a manhosice terna, e na forma exacta em que o descreveu Wilhelm Reich - “Escuta Zé Ninguém :  já há muito que andava para te dizer umas coisas. Mas tu só dás ouvidos aos grandes, gostas de te sentir submisso. Afinal, o que farias se te visses livre? És um pobre coitado, medroso, cobarde, ignorante e naturalmente deprimido. Desprezas-te a ti e aos outros, meu enfermo maldito.
E se te interrogo, respondes-me: «mas que posso eu fazer?». És assim e não queres ser diferente. Aliás, a mudança arrepia-te e perturba-te a segurança medíocre que cuidadosamente alimentas dia após dia. Meu desgraçado, quem és tu para teres direito a opinião própria? Em casa dás pancada na mulher e nos filhos, na taberna embebedas-te como um porco e ainda te restam forças para conspirares contra mim! Que hei-de fazer, meu grande malandro? Não tens onde cair morto nem vivo. Cultivas a tacanhez, a cobiça e a inveja como um jardineiro planta as ervas daninhas no seu próprio jardim. És assim porque queres, meu grande cão. Enquanto queimas criaturas em fornalhas contínuas a responder-me: «mas que posso eu fazer?». Não percebes, meu aldrabãozeco, que todos os grandes pecados da humanidade ..”.

E sobretudo escolhe sempre o caminho mais fácil, que é o de seguir os seus “deuses” e senhores, sem ter que reflectir ou pensar (criticamente) sobre as opções que se lhe deparam. Tal como um rebanho, sempre pronto a seguir instintivamente o seu pastor, estará este povo sempre nas mãos dos seus pastores (mandatados pelos lobos manhosos da nossa praça), e independentemente das “boas” ou más intenções intenções que possam ter os referidos encaminhadores de “almas perdidas”. Os portugueses são de facto “almas perdidas” que não ousam questionar as ideias e as decisões politicas que mexem com as suas vidas, e que sempre lhes são impostas, na maioria das vezes constituindo mesmo um atentado à sua dignidade.  E menos ainda capazes de se questionarem a si próprios,  às suas crenças e convicções, que para cúmulo, resolveram tomar para a sua vida inteira. São ‘ipsis verbis’, “almas perdidas” cujo “fado lhes talha o destino e marca a hora” e um povo “que talha com as suas próprias mãos as tábuas do seu caixão” e que “preferem morrer a ter que pensar”. Aliás é o que acaba por lhes acontecer fatal e tristemente, sempre marcado pelo compasso de um qualquer “faducho” à maneira!

Infelizmente, e ciclicamente, os mais diversos pastores destas pastagens têm-se revelado sempre ajectamente maus e invariavelmente conduzido o seu dedicado e servil rebanho à toca do lobo mau. Mas ainda assim este povo conforma-se com o seu destino, não se zanga, não se opõe, não grita a sua revolta e cala a opressão, na expressão mais cândida que desde que me conheço, sempre me ecoa ao ouvido  - “que posso eu fazer ? Sempre foi assim e sempre assim será! “.
Mas direi eu “que estranha forma de vida ! “..
Vive este povo a sua amargura na maior agrura, sem capacidade de sonhar e sem esperança ou ânimo, e logo se reagrupa e prepara para seguir de novo um qualquer mau pastor que se lhe apresente, e  por certo o conduzirá sempre fatalmente ao desaire e à maior pobreza e miséria sem fim!

Por tudo isto a “A politiqueirada portuguesa é uma gentalha execranda, parlapatona, intriguista, charlatã, exibicionista, fanfarrona, de um empertigamento patarreco — e tocante de candura. Deus. É pois isto a democracia?  “ Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 2' (c)

Neste sentido, em Portugal "a democracia consiste em escolhermos os nossos ditadores, depois de nos dizerem o que achamos que queremos ouvir." [ Lei de Murphy]

"Ó respeitáveis enganadores que troçais de mim!
Donde brota a vossa politica,
Enquanto o mundo for governado por vós?
Das pulhaladas e do assassínio! " [ Charles de Coster ]

Francisco Gonçalves “in” 07Jan2014

Nota: Estando eu fora da manada e recusando-me a aderir à loucura colectiva que nos destrói como nação, quero deixar bem claro que este artigo não foi escrito segundo o acordo ortográfico vigente (mas que não está em vigor!) e que a sua redacção não obedece minimante aos cânones do “politicamente correcto” nem se submete à tirania do “lápis azul” desta democratura que nos des-governa.

And..That’s all folks !

29/01/2014

Aquecimento global e escassez de água no Séc XXI

As teses da escassez da água e do aquecimento global são as grandes e convenientes mentiras do séc. XXI.

Mentiras "convenientes" e ardilosamente montadas e propagandeadas (através de autênticas máquinas de lavagem de mentes), ao longo de décadas para prepararem o terreno e assim poderem vir a acolher negócios multinacionais ignóbeis, que deste modo virão a depauperar ainda mais os povos pobres e ignorantes deste mundo. Isto obviamente com mais incidência sobretudo os povos das nações mais pobres e corruptas também. Ou não andassem sempre de mãos dadas pobreza e corrupção.
Constata-se mais uma vez que uma mentira à custa de tantas vezes ser repetida vira uma verdade (e uma tirania!)..

E também que, "Aquilo que é aceite por todos está destinado a ser falso "
[Murphy Laws]

Saberão os incautos desta terra que 3/4 do planeta são elemento água ?
Sendo a água também uma riqueza do planeta e um recurso de todos os seres que o habitam, não é menos verdade outra lei de Murphy de que "os humildes podem herdar a Terra, mas nunca os seus direitos minerais".. e agora já também hidrográficos!

E já agora alguém terá pensado o quando os incêndios que se perpetuam criminosamente e ao longo de mais de 40 anos, destruindo o regime florestal do país, têm de influência na escassez de pluviosidade e de mudanças climáticas locais ? 
Não claro, porque isso não interessa que o cidadão comum, e ser não pensante por natureza, venha a SABER nunca ! Mas tal como a água para as populações, os incêndios são um negócio para os mesmos de sempre... o negócio do fogo (CUIDADO que ninguém quer que isto se saiba!! )...

Lá chegará por este caminho a vez do ar que respiramos e o sol que nos aquece, pois pelas trevas em que estamos embrenhados, tal não perderá pela demora.


Não é portanto de admirar que 1% dos habitantes detenha mais de 50% da riqueza do planeta.
A humanidade deu passos de gigante em matéria de ciência, mas em termos de justiça e equilíbrio social, fomos ainda pouco mais além do paleolítico superior... e tenho dúvidas de que estejamos a avançar!

Humanos... ou apenas grotescamente "macacos com dinheiro e armas" !?

Francisco Gonçalves

( francis.goncalves@gmail.com )

Para quem anda distraído aqui vai o despontar da ignomínia que já ronda a pátria :

Tribunal de Contas denúncia lucros excessivos das empresas privadas nos negócios das águas.

E isto é só o princípio !!

Ler ainda A ignorância dos alarmistas das mudanças climáticas.
"(..).. É claro que não há falta de “especialistas” que dizem que essas alegações de clima induz outros catástrofe não tem seriedade académicas. Nunca pedi a evidência para apoiar as suas reivindicações, esses imbecis embaixadores do clima da corrupção da ciência alegremente espalham ignorância longe. Os entrevistadores  penduram noticias sem fôlego em sua palavra, enquanto eles zombam de céticos, rotulando-os de “negadores” e “criminosos do clima.” Os céticos são rapidamente cortado se eles se atrevem a oferecer fatos chatos que desbancam os alarmistas do clima. E assim vai, este equivalente intelectual de uma doença venérea, a ignorância do alarmismo climático continua a infectar o ignorante e aqueles com preguiça de pensar criticamente. (..)".

23/01/2014

Portugal e as tácticas do costume - Montando cavalos já mortos!

Montando cavalo morto

Os índios da tribo Dakota passam de geração a geração o seguinte ensinamento: “Quando você descobre que está montando umcavalo morto, a melhor estratégia é desmontar”.

Nas organizações públicas ou privadas, muitas pessoas se recusam a desmontar do cavalo morto e continuam a usar práticas e manter idéias que se tornaram obsoletas e contraproducentes. Alguns exemplos do que elas fazem:
  • Trocam os cavaleiros.
  • Ameaçam o cavalo com castigos e demissão.
  • Compram um chicote mais forte e esporas mais afiadas.
  • Criam um comitê para estudar o cavalo.
  • Dizem coisas como: “Esta é a maneira como sempre montamos este cavalo”.
  • Visitam outros países para ver como eles montam cavalos mortos.
  • Criam um curso para desenvolver habilidades de equitação.
  • Contratam terceiros para montar o cavalo.
  • Contratam um consultor para motivar o cavalo morto.
  • Instalam um sistema que faz cavalos mortos correrem mais rápido.
  • Declaram que cavalo morto é melhor, mais rápido e mais barato.
  • Formam um comitê para pesquisar usos para cavalos mortos.
  • Revisam os requisitos de desempenho para cavalos mortos.
  • Designam um Six Sigma Black Belt para ressuscitar o cavalo.
  • Mudam os requisitos operacionais e declaram: “Este cavalo não está morto”.
  • Incluem no orçamento uma verba para melhorar o desempenho do cavalo.
  • Atrelam vários cavalos mortos para aumentar a velocidade.
  • Promovem o cavalo morto a gerente.
(Autor desconhecido) 
No mundo real, as oportunidades passam montadas em cavalos alados e não voltam uma segunda vez. Para aproveitá-las é necessário abandonar a comodidade e a segurança dos cavalos mortos, ou seja, da inércia. Novas oportunidades e desafios exigem que olhemos nosso trabalho sob perspectivas diferentes, novos valores e novas atitudes. Santos Dumont não teria inventado o avião se tivesse se contentado com o sucesso de seus balões dirigíveis.

Bill Gates e Steve Jobs não teriam aberto os caminhos para a popularização do PC se não se libertassem da mentalidade dominante de mainframes e sistemas operativos cada vez mais complexos e pesados.

No processo criativo, o cavalo morto representa os temores, preconceitos, suposições e paradigmas obsoletos que bloqueiam nossa criatividade. Fuga, o segundo princípio do processo criativo, nos convida a escapar destes bloqueios mentais e libertar nossa imaginação. 

Extraído de Criatividade e Inovação da autoria de Jairo Siqueira 

Fuja de Cavalos mortos e de burros vivos !!!! Ajude ao seu enterro !!!!!

12/01/2014

É com Fúria e Raiva !

Com fúria e raiva acuso o demagogo 
E o seu capitalismo das palavras 

Pois é preciso saber que a palavra é sagrada 
Que de longe muito longe um povo a trouxe 
E nela pôs sua alma confiada 

De longe muito longe desde o início 
O homem soube de si pela palavra 
E nomeou a pedra a flor a água 
E tudo emergiu porque ele disse 

Com fúria e raiva acuso o demagogo 
Que se promove à sombra da palavra 
E da palavra faz poder e jogo 
E transforma as palavras em moeda 
Como se fez com o trigo e com a terra 

Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas"
As canções possíveis música de Manuel Freire e Poema de José Saramago

10/01/2014

Quando a mediocridade vence a inteligência

“No ambiente de trabalho, assim como na vida comum, a mediocridade  é maioria: a maior parte das pessoas não arrisca, não inova, não se compromete, se preocupa o tempo todo em armar-se em sua própria defesa, e nunca se expõe. Passa o tempo atirando pedras sobre aquelas que inovam, que arriscam, que se expõem. Para sorte dos medíocres, os inovadores correm sempre riscos. Às vezes esses riscos se transformam em perda, os inovadores se vão, e os medíocres, ficam.


A mediocridade é, também, muito conveniente: não questiona, não ameaça, não põe à prova. Convive facilmente com qualquer situação, e participa de qualquer jogo de poder: Por isso, essas pessoas ficam. E ficam também porque sabem que, se forem embora, não vão mais conseguir uma situação semelhante.
A mediocridade está presente em todos os níveis de cada sociedade ou organização. Mantêm presença intensa mesmo onde a criatividade e a inovação são elementos básicos, como, por exemplo, nas artes.
Na verdade, ser medíocre é o mais fácil. Como o mato, que cresce onde nada mais nobre foi plantado. E, uma vez crescido, impede o nascimento de qualquer outra coisa. Precisa ser removido por um trabalho externo, para dar lugar a plantação mais produtiva. Com as pessoas não é diferente, mas esse trabalho externo, de remoção, é muito penoso, combatido, porque a mediocridade, ao contrário do mato, reage. E reage a seu modo, trançando teias de amarração por debaixo do pano, minando as ações lançando pequenas armadilhas, criando obstáculos, e tudo muito nebuloso, pardacento, para que não tenha que ser assumido. E acaba dando certo, porque é pouco freqüente que haja vontade política suficiente para fazer essas remoções a qualquer custo. Eis porque a mediocridade vence. Não é uma vitória justa, bonita. Mas é real, na prática.

Percorram-se todas a empresas comerciais, de serviços, industriais, artísticas, etc.,e na grande maioria se vai encontrar a mediocridade, implantada, entrincheirada, e histórias sobre profissionais que tentaram isso ou aquilo, e passaram. E não faltará um sorriso irônico na boca de um ou outro medíocre, como a dizer “nós é que sabemos o que é bom ou ruim para esta empresa”. São esses que iniciam imediata destruição de tudo o que os inovadores fizeram, tão logo conseguem afastá-los de seus territórios. As exceções são empresas em que a inovação encontrou espaço próprio, domesticou a mediocridade, e a utiliza onde não pode ser daninha. Essas empresas são, invariavelmente, bem sucedidas, e se caracterizam também por não fazer alarde disso.

Medíocres e inovadores são com água e azeite: nunca se misturam. Mas, diferentemente desses dois
elementos, não se ignoram: os inovadores se obrigam a sempre incluir a preocupação com os atos dos medíocres em seus planos de ação, e os medíocres estão sempre atentos aos passos dos inovadores para encontrar a chance de colocar cascas de banana no caminho. Medíocres se aliam a medíocres e inovadores a inovadores. As ligações dos medíocres, entretanto, são mais perigosas, porque são baseadas em ameaças veladas, do tipo “fica comigo porque senão jogo cascas no seu caminho também”. Para um medíocre, uma casca representa risco maior que para o inovador, porque não tem energia para se levantar e prosseguir sem dano moral.
O preço que o medíocre paga é nunca se destacar positivamente. Isso não chega a ser um problema, porque o medíocre não quer destaque. Ao contrário, quanto menos notado, melhor. Às vezes, acontece o acidente inverso: o medíocre é pilhado sendo medíocre onde seria necessário inovar. .Aí é um vexame, mas acontece pouco e não chega a afetar a maioria..

Não há nenhuma categoria intermediária entre inovadores e medíocres: ou se é inovador, ou se é medíocre. Dentro desses dois grupos existe a divisão em grupos com diferentes graus de honestidade, energia, carisma. inteligência, etc., mas  permanecem as atitudes básicas.
Não é só em nosso país que existe essa realidade, mas também no dito Primeiro Mundo. Variam as razões de disputa, e os cacifes dos envolvidos, mas as situações se repetem, E, corno somos dependentes econômicos de um sem número de multinacionais, importamos mediocridade também. Recebemos dirigentes, funcionários e decisões tão medíocres que levamos algum tempo para acreditar que é aquilo mesmo, e que não há nada mais a entender.

Qual o destino dos inovadores? Em geral, num primeiro momento, a marginalidade profissional. Depois, os que tiverem sorte, acabam encontrando um nicho de trabalho onde a mediocridade está controlada. Outros com tenacidade, iniciam nichos desse tipo. O restante permanece na marginalidade, ou se bandeia para atuar disfarçado dentro da mediocridade. Essa realidade é perversa, mas é realidade, e é necessário conviver com ela. Inovadores do mundo, uni-vós! Os medíocres não sabem, mas já estão automaticamente unidos pela própria mediocridade. Cabe aos inovadores realizar esforços para mudar essa condição. Este artigo irá provavelmente trazer algum estímulo aos inovadores. Quanto aos medíocres, não irão se ver neste espelho. Mais ainda, irão considerar o artigo vago e inconsistente: “não sei do que o autor está falando”.

Autor: Roldo Goi Junior, Engenheiro Mecânico formado pela Escola Politécnica da USP

Extraido do site Caixa Preta

08/01/2014

"Ó respeitáveis enganadores que troçais de mim! "

"Ó respeitáveis enganadores que troçais de mim!
Donde brota a vossa politica,
Enquanto o mundo for governado por vós?
Das pulhaladas e do assassínio! "

07/01/2014

Portugal precisa mudar de rumo e com urgência

Vamos todos formar uma ONDA GIGANTE DE CIDADÃOS INDIGNADOS ??!!

“Se alguém quiser mudar o mundo, terá de começar por si próprio, pois mudando a si próprio, sua casa mudará. Mudando sua casa, a rua mudará também. Mudando a rua, o bairro mudará. Mudando o bairro, mudará o município e assim por diante, até mudar o mundo.” [Confucio - Filosofo Chinês há mais de 5,000 anos atrás]

A mudança tem que começar dentro de cada um de nós primeiro. Se eu e você quisermos e agirmos com firmeza e determinação, mudaremos este país para sempre!
E saberemos construir um país mais moderno, respeitável, rigoroso, digno de se viver, onde a justiça e a equidade tenham lugar e a democracia possa evoluir para um novo patamar, onde o poder possa ser partilhado, de forma transparente por todos os cidadãos.
Lembrem-se do que uma simples bola de neve pequenina e daquilo em que se pode transformar e o poder que pode encerrar no final!

Ou ainda a pequena onda que já viu formar lá longe no horizonte, e que vai crescendo e se transforma numa onda gigante que tudo varre,
.. também assim cada um de nós pode representar a pequena onda inicial, que vai engrossando até formar a vaga indestrutível, que poderá varrer para sempre do nosso País, este sistema politico de ditadura partidária, que o destruiu por completo e o levou à mais vil falência!
Que uma onda de indignação varra o país, de norte a sul, e se transforme numa onda gigante de cidadãos indignados que obriguem, desde já este poder abominável a respeitar a carta dos direitos do homem e a cumprirem a Constituição, como juraram solenemente perante o povo e a nação, e que pela sua falta de carácter e de forma aviltosa, nem sequer respeitam!

A é inevitável e a sobrevivência do País já só depende da capacidade dos cidadãos e da sua coragem, para resgatarem a democracia que está aprisionada, e a sua evolução para uma sociedade mais transparente, partilhada e que seja apenas defensora dos direitos dos verdadeiros detentores do poder em Portugal - o Povo.

Será Mudar e Inovar ou Morrer!

Francisco Gonçalves (2010)

06/01/2014

Este país faz-me ir às lágrimas! O ridiculo é o único humor nacional que já só nos é permitido -

Hoje os portugueses como não tem valor nenhum, já qualquer "gato-sapato" é considerado herói nacional, sobretudo se for idolo de futebol, fadista ou santo milagreiro... nada de novo debaixo do sol, e tal como nos dias sombrios e salazarentos.. a pátria sequestrada resume-se aos três FFF, que são a única consolação de um país triste e de tristes gentes, sem qualquer valor ou glória maior!

E de facto "os homens que demonstram não ter mérito maior do que o adquirido pelos seus antepassados assemelham-se a batatas, das quais o pouco que têm está debaixo da terra" [Swift]

Estes são os portugueses dos últimos séculos, onde a mediocridade tem sido o mérito maior da nação e os maiores medíocres da pátria acabam elegendo como heróis nacionais e ídolos, figuras provenientes dos três tristes FFF, que são o futebol, fátima e o fado. São estes ídolos que são "plantados" ao lado de Nuno Álvares Pereira.

Pobre país que tão tristes e pobres filhos (de espírito) anda a parir!

Não se admirem pois, se dentro de alguns anos, uma qualquer figura do “big brother e o-jet” nacional vier a ganhar estatuto de ídolo e a “granjear o respeito dos seus co-cidadãos”, com direito a repousar eternamente no panteão nacional!

Pelo caminho em que estamos a ir… o esgoto fica só uns metros mais abaixo!

Francisco Gonçalves "in" 06Jan2014

Vice-presidente do PSD defende que Eusébio deve ficar no Panteão Nacional

A aprendizagem em modo "e-learning" e a partilha da informação -

A aprendizagem focada no desenvolvimento do grupo e no trabalho colaborativo, traduz uma nova ordem assente numa nova cultura da partilha da informação e do conhecimento.

E a cultura da partilha no interior de uma comunidade é deveras importante, porque é através desta dinâmica de colaboração que de forma mais eficaz se pode ´transmutar´ informação em conhecimento.
Conhecimento que é por sua vez propagando pelos membros do grupo, dentro das próprias comunidades em que se inserem, dotando estas de aquilo que se designa por inteligência colectiva. E esta é, em meu entender, uma das receitas de sucesso para as organizações do futuro.

A nossa cultura, até à data muito baseada no lema de que "dispor de informação e conhecimento significa poder" está cada vez mais a ser subjugado pela ideia de que "quem tem a capacidade de partilhar informação e conhecimento é que detém o poder".
"Knowledge is useless unless you share it".

É a partilha de conhecimento, hoje em dia na sociedade caracterizada "do conhecimento e da partilha", que aumenta consideravelmente a nossa capacidade de "saber mais fazer" e "porquê", e que é exactamente a base daquilo que hoje se considera conhecimento.

O sentimento, que está ainda deveras enraizado na sociedade, de que ao partilhar conhecimento se perde poder ou influencia é falso, já que sendo o conhecimento um bem cada vez de vida mais curta, é importante que o mesmo seja partilhado, para que possa ter a hipótese de ser útil e produtivo.
A partilha de conhecimento cria uma dinâmica de inovação, que motiva o espírito de grupo, permitindo deste modo o seu aperfeiçoamento continuado. Se uma ideia é partilhada, poderá desde logo ao ser conhecida, beneficiar de melhoramentos, adoptada e ser de alguma forma útil à comunidade.

E a melhor maneira que conheço de beneficiar de uma cultura de partilha, é desde já começar a implementa-la na nossa rotina diária, nas comunidades em que nos inserimos.
"The best thing you can do with knowledge is sharing it".

Francisco Gonçalves
SoftElabs (2008).

Por uma Sociedade alicerçada nos princípios do Open-Source -

Ou seja uma democracia aberta e transparente!

Como seriam as sociedades e o mundo se politica e economia fossem inspiradas no movimento "open-source" (Código Aberto) ?

Não tenho dúvidas de que o conceito e os princípios que são inerentes à filosofia do movimento de código aberto "open-source" podem ser utilizado com sucesso na política, e aplicados a todos os indivíduos e grupos de indivíduos que conduzem projectos socialmente importantes, conduzindo a sociedade e o mundo a um novo estádio de democracia, mais participada e numa representação mais alargada e inspiradora no seio de todo o colectivo das nações. 

Em suma o "open-source", ou seja os sistemas abertos, podem trazer paixão ao acto, que se quer nobre, da politica onde hoje só existe o móbil do lucro e do ganho pessoal a qualquer custo e uma "democracia de sucesso" inflamada de mentira e cupidez, que corroem e corrompem as sociedades modernas para níveis perigosos para a sua estabilidade e sustentabilidade.
E que se não forem estancados a tempo, porão mesmo em causa a civilização actual e os níveis de alguma democraticidade que já atingimos e até poderão vir a ditar regressão social ímpar na história da humanidade!

"A democracia é algo de impossível enquanto o poder não puder ser partilhado por todos." [Gandhi]

Francisco Gonçalves in Nov 2010.



A mediocridade e incompetência generalizadas nas empresas em Portugal

Nas empresas públicas e privadas, os colaboradores competentes, com "know-how", dedicados, pro-activos e altamente profissionais são menosprezados e até perseguidos por gestores medíocres. 

Estes mesmos gestores medíocres e incompetentes por causarem enormes danos de muitos milhões de euros são, por sua vez, premiados e prestigiados !!! Talvez na proporção do número e valor dos danos causados às empresas, aos accionistas e à sociedade ! 

E depois ficamos todos surpreendidos pela situação económica e financeira das empresas e do País ! Mas antes do problema financeiro há que resolver problemas de moral e ética. Esses são a base do actual cenário catastrófico de Portugal !

Francisco Gonçalves em 10 Feb 2010

É preciso (e urgente) repensar a Escola !

"O modelo escolar está em crise. A estrutura monolítica criada para satisfazer às demandas de uma economia industrial se tornou obsoleta e hoje se debate para permanecer activa e relevante em um contexto social que, embora valorize a Educação como direito e património, não suporta a ideia de aulas longas e monótonas nem vê muito valor em diplomas. A maioria dos professores está sobrecarregada, mal-remunerada e desmotivada, sem plano de carreira que valorize o aprendizado e a relação com a classe. Processos comerciais travestidos de "metodologias de ensino" padronizam disciplinas e avaliações, transformando muitas instituições em centros de adestramento, preparatórios para determinados exames ou necessidades operacionais do mercado.

Mesmo as instituições que apresentam bom desempenho em classificações tem uma enorme dificuldade em prender a atenção de seus alunos ou prepará-los para os desafios de um ambiente dinâmico, interactivo e conectado. A educação em lotes que dirige mensagens entediantes, genéricas e repetitivas a massas de alunos é incapaz de vencer o conteúdo fascinante e colorido de "notebooks", "tablets" e dos omnipresentes celulares. Não há biblioteca mais conectada e abrangente do que o Google, nem educador que saiba mais do que está na rede.

E nem é preciso haver. A ideia de um professor sabe-tudo, que traz o conhecimento pronto e empacotado para o aluno (do Latim, aquele "sem luz") é uma distorção surgida com a Revolução Industrial. Antes dela, e em qualquer sociedade primitiva que nunca tenha visto uma sala de aula, o que sempre houve foi um ensino individualizado, focado na resolução de problemas. Cabia ao aprendiz a identificação de novidades e crises, trazidas para consideração de seus mestres, em um processo contínuo de crescimento e avaliação mútuos.

Até o começo do século 21 não havia tempo nem recursos disponíveis para esse tipo de aprendizado, que acabava restrito às orientações de elite das grandes universidades e centros de pesquisa. A Internet e as tecnologias digitais permitem a recuperação dessa forma milenar de ensino. Mas para isso é preciso reestruturar a Educação.

Um dos primeiros passos para a mudança é compreender que escolas, como as conhecemos, não foram feitas para a educação global. Sempre haverá mais demanda do que oferta, sempre haverá Einsteins que deram o azar de nascerem na Tanzânia. Nessas condições não adianta estabelecer cotas, lotar classes ou sobrecarregar professores com aulas porque isso não vai melhorar a qualidade do ensino. Nem é possível enganar alunos com a promessa de um aprendizado mágico, no melhor estilo das receitas de auto-ajuda. O que é fundamental é levar o conhecimento estruturado para a Internet, tirando de cada novo console digital seu valor educacional.

Várias tecnologias existentes hoje podem ter aplicações didácticas. Videogames podem ser usados como ambientes de simulação e compreensão de múltiplas variáveis, estimulando a tomada rápida de decisões. Sensores de biometria podem ser aplicados na Educação Física e desporto. Dados de GPS estimulam o ensino de ciências sociais e o estudo de dinâmicas populacionais. Tablets substituem vídeos e livros didáticos, agregando a eles componentes interactivos. Serviços de Computação em Nuvem facilitam a sincronia de trabalhos em grupo e a organização de bibliotecas de referência. Circuitos electrónicos como Arduino ajudam a compreensão do funcionamento de máquinas. Smartphones integram a escola à dinâmica social, registando tarefas de campo, seminários e visitas técnicas. Repositórios de vídeo podem conter bibliotecas de aulas e documentários e referência. Simuladores podem ajudar na compreensão de situações complexas e dinâmicas como o relacionamento pessoal, a operação de máquinas complexas, intervenções cirúrgicas, administração de empresas ou cidades. Câmaras facilitam a colecta e a partilha de informações. E assim por diante.

Nenhuma tecnologia, no entanto, é poderosa o suficiente para mudar um sistema tão tradicional. Para complementá-las, uma nova metodologia de ensino pode ser desenvolvida tendo a Internet como base. Seu programa de curso não se basearia em palestras monolíticas voltadas para um público médio, mas fragmentaria o conteúdo em um conjunto de módulos curtos e complementares, que permitissem vários pontos de conexão. Pequenas avaliações podem estar embutidas nos vídeos, com perguntas de interpretação do conteúdo ou até questões mais complexas, a serem corrigidas por especialistas remotos.

Tal prática poderia reformular a carreira de professor, habilitando muitos especialistas a seguirem carreiras de aprendizado contínuo, que começariam com a monitoria de aulas e atendimento a dúvidas, passariam pela correção de provas e por elaboração de programas até chegar à elaboração de material didático. Os mais extrovertidos poderiam até dar aulas para o vídeo ou fazer workshops em eventos. Todas as funções seriam proporcionalmente importantes, remuneradas pelo esforço empregado.

Nesse método cada estudante poderia determinar o conteúdo que desejasse aprender e interagir com ele da forma e no local que lhe fosse mais adequado, seja em casa, na hora do almoço, fazendo ginástica ou no transporte público. Aquele que tiver maior preparo ou habilidade poderia ir direto para níveis avançados ou se especializar em determinadas aplicações, enquanto quem tem deficiências de conhecimento ou aprendizado poderia progredir de acordo com suas possibilidades e capacidades. A nota final poderia levar em conta a auto-avaliação, dados de frequência e produtividade gerados pelo sistema e notas diversas dadas pela rede social que se formasse em torno do conteúdo, removendo parte de sua subjetividade.

Por não enfrentarem os limites físicos de locais ou horários, processos assim poderiam tornar a experiência didática algo verdadeiramente universal, acessível a qualquer pessoa conectada à rede, mesmo que por tempo limitado, o suficiente para descarregar a aula em seu aparelho ou para enviar sua prova. Disponíveis gratuitamente ou a custos baixíssimos, poderiam acabar com a ideia que ainda se tem da Escola como o fim de um processo, transformando-a no que deveria ser, o início de uma relação tão frutífera quanto infinita."

O Autor:

Luli Radfahrer (c) é professor-doutor de Comunicação Digital da ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP há 19 anos. Trabalha com internet desde 1994 e já foi diretor de algumas das maiores agências de publicidade do país. Hoje é consultor em inovação digital, com clientes no Brasil, EUA, Europa e Oriente Médio. Autor do livro "Enciclopédia da Nuvem", em que analisa 550 ferramentas e serviços digitais para empresas. Mantém o blog www.luli.com.br, em que discute e analisa as principais tendências da tecnologia. Escreve a cada duas semanas na versão impressa de "Tec" e no site da Folha.

Portugal e a Educação do meu Umbigo !!

A Academia Khan é uma organização sem fins lucrativos com a missão de proporcionar uma educação a nível mundial para qualquer um, em qualquer lugar. Apesar de ser, por agora, o trabalho de um só homem, Salman Khan, esta biblioteca de vídeo 1600 ( e em crescendo todos os dias) é o recurso de vídeo mais utilizado como acção educativa através de exibições de vídeos no YouTube.
Avalie e recomende!!! Este projecto já mereceu um prémio da Google de 1 milhão de dólares, que o autor vai aplicar na tradução dos recursos educativos para as principais línguas do mundo!!
Por este caminho, se a escola pública e os governos incompetentes e ineficazes, delapidando muitos milhões e milhões de euros ao longo de dezenas de anos, não são capazes de resolver os conteúdos educativos, alguém ao nível do planeta se vai encarregar dessa nobre tarefa.
Estamos à beira de um ensino à escala planetária e isso poderá trazer amplos benefícios para a humanidade. Desde logo uma cultura mais abrangente que possa aproximar mais os povos e as culturas!!
Vale a pena reflectir nisto!!
Francisco Gonçalves (2011)

Os sistemas de Educação em Portugal - Urge mudar de paradigma !

Sobre a Educação: O problema da educação não tem a ver com mais ou menos directores, mais ou menos escolas, mais ou menos professores, mais ou menos infra-estruturas, mais ou menos magalhães! 

Tem isso sim que se ousar reformular todos os programas de ensino a começar no pré-escolar e a terminar, por agora, no 12º ano.

O ensino actual não está preparado nem apto a enfrentar uma massificação do ensino obrigatório até ao 12º ano e muito menos ainda estruturado de forma a preparar os jovens para pensarem e reflectirem, em vez de assimilarem matéria passivamente, e completamente inadequado para que eles enfrentem os novos desafios do Séc XXI, e num mundo globalizado e estruturado sobre uma sociedade cujo "petróleo" (ou riqueza) é o conhecimento e a manipulação da informação em mundos reais e virtuais, dominados pela conceptualidade e o "design".
Os momentos de crise são normalmente de forte apelo à criatividade e são momentos de inspiração e de fazer germinar novas ideias, cortando com sucessivas melhorias de sistemas que já não responde nem nunca serão solução. Só uma revolução na cultura e na forma de pensar a educação, e não só, nos pode salvar e ajudar a re-erguer Portugal bem alto novamente!!!
E esta é a oportunidade grandiosa que temos para criar novas gerações capazes de pensar, reflectir, inovar e de ousarem empreender, de forma massiva, criando em Portugal um exército pronto a combater e vencer na era digital, do conhecimento e da conceptualidade, levando Portugal por novos "mares nunca dantes navegados", tal qual ousámos fazer quando o Infante D. Henrique no passado teve o arrojo de lançar novos empreendedores em empreendimentos gigantescos, tendo criado a primeira época de globalização e um enorme sucesso para a Nação e suas gerações vindouras de então!
Ousemos desafiar o caos em que fomos lançados por políticas erradas dos últimos 36 anos e crises económicas, que só nos derrubaram porque não estávamos preparados!
"O microchip irá colonizar todas as actividades repetitivas. E vamos ter de lutar para nos re-inventarmos." - Tom Peters!
Bem vindos ao Séc XXI e à Era Conceptual, a era onde vai predominar a dominância do hemisfério direito do cérebro !!! uauhhh!!! A criatividade é tudo e a produtividade e tudo quando é repetitivo na actividade humana será automatizado por chips de USD 38,00!
Francisco Gonçalves / Dec 2010

Animal Farm Society - O Triunfo dos Porcos ... ou será das Bestas ?

Sentindo chegar sua hora, Major, um velho porco, reúne os animais da fazenda para compartilhar de um sonho: serem governados por eles próprios, os animais, sem a submissão e exploração do homem. Ensinou-lhes uma antiga canção, Animais da Inglaterra (Beasts of England), que resume a filosofia do Animalismo, exaltando a igualdade entre eles e os tempos prósperos que estavam por vir, deixando os demais animais extasiados com as possibilidades.

O velho Major faleceu três dias depois, tomando a frente os astutos e jovens porcos Bola-de-Neve e Napoleão, que passaram a se reunir clandestinamente a fim de traçar as estratégias da revolução. Certo dia Sr. Jones, então proprietário da fazenda, se descuidou na alimentação dos animais, fato este que se tornou o estopim para aqueles bichos.

Deu-se a Revolução.
Sob o comando dos inteligentes e letrados porcos, os animais passaram a chamar a Quinta Manor de Quinta dos Animais pt / Granja ou Fazenda dos Bichos br, e aprenderam os Sete Mandamentos, que, a princípio, ganhava a seguinte forma:
1. Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo.
2. Qualquer coisa que ande sobre quatro pernas, ou tenha asas, é amigo.
3. Nenhum animal usará roupas.
4. Nenhum animal dormirá em cama.
5. Nenhum animal beberá álcool.
6. Nenhum animal matará outro animal.
7. Todos os animais são iguais.

Para os animais menos inteligentes, os porcos resumiram os mandamentos apenas na máxima "Quatro pernas bom, duas pernas ruim" que passou a ser repetido constantemente pelas ovelhas. Após a primeira invasão dos humanos, na tentativa frustrada de retomar a fazenda, Bola-de-Neve luta bravamente, dedica todo o seu tempo ao aprimoramento da fazenda e da qualidade de vida de todos, mas, mesmo assim, Napoleão o expulsa do território, alegando sérias acusações contra o antigo companheiro. Acusações estas que se prolongam por toda história, mesmo após o desaparecimento de Bola-de-Neve, na tentativa de encobrir algo ou mesmo ter alguma explicação para os animais para catástrofes, criando-se um mito em torno do porco que, a partir daí, é considerado um traidor.

Napoleão se apossa da idéia de Bola-de-Neve de construir um moinho de vento para a geração de energia, mesmo havendo feito duras críticas à imaginação do companheiro, e inicia a sua construção. Algum tempo depois, os porcos começam a negociar com os agricultores da região, recusando a existência de uma resolução de não contactar com os humanos, apontando essa idéia como mais uma invenção de Bola-de-Neve.

Os porcos passam ainda a viver na antiga casa de Sr. Jones e começam a modificar os mandamentos que estavam na porta do celeiro:
4. Nenhum animal dormirá em cama com lençóis.
5. Nenhum animal beberá álcool em excesso.
6. Nenhum animal matará outro animal sem motivo.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

O hino da Revolução é banido, já que a sociedade ideal descrita, segundo Napoleão já teria sido atingida sob o seu comando. Napoleão é declarado líder por unanimidade. As condições de trabalho se degradam, os animais recebem novo ataque humano e já não se lembram se na época em que estavam submissos ao Sr. Jones era mesmo pior, mas lembravam-se da liberdade proclamada, e eram sempre lembrados por sábios discursos suínos, principalmente os proferidos por Garganta, um porco com especial capacidade persuasiva. Napoleão, os outros porcos e os agricultores da vizinhança celebram, em conjunto, a produtividade da Quinta[5] dos Animais. Os outros animais trabalham arduamente em troca de míseras rações. O que se assiste é um arremedo grotesco da sociedade humana.

O slogan das ovelhas fora modificado ligeiramente, “Quatro pernas bom, duas pernas melhor!”, pois agora os porcos andavam sobre as duas patas traseiras. No final, os animais, ao olhar para dentro de casa, já não conseguem distinguir os porcos dos homens.

Fonte : Wikipedia (c)

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