13/10/2015

Qual é a melhor medida para o sucesso e a produtividade ? Será a Felicidade ?

"Quão feliz é você? Quanto a sua empresa lucrou neste trimestre? Que pergunta é mais importante para você? Se você está mais preocupado com o os lucros então pode-se suspeitar que responder à primeira questão não vai ser muito positivo.
Com isso em mente, fiquei muito feliz de ouvir os butaneses, que introduziram um ministro para a Felicidade.
Este reino do Himalaia tem uma nova medição de prosperidade nacional também - "Felicidade Nacional Bruta" ou FNB - Ao concentrar a atenção nas pessoas e no seu bem-estar, em vez de produtividade económica, é bem provável que isto seja um efeito em cadeia para os negócios também.
Afinal de contas, uma força de trabalho feliz faz para uma equipe mais bem sucedida e produtiva. Sucesso e dinheiro podem contribuir para a felicidade, mas a felicidade em si é outra coisa completamente diferente.
Palavras como "família", "amigos", "amor" e "riso" têm muito mais a ver com a felicidade do que palavras como 'produto interno bruto', 'capital' e 'receita'. Dinheiro é um subproduto, mais que as metas significativas, tais como diversão, paixão e sabedoria. Como já disse antes, se se empenhar em divertir-se, fazer o bem, o dinheiro acabará por vir também.
Talvez pudéssemos aprender uma coisa ou duas, a partir do Butão e do seu recém-eleito Ministro da Felicidade.
E que outras medidas de sucesso são importantes para você? Ou que dirá de um país que preocupa mais com a FIB (Felicidade Interna Bruta) do que com o PIB (Produto Interno Bruto) ? " (fim citação)
Autor Richard Branson da Virgin Corp]
Em 09 de novembro de 2012, publicado no Linkedin

Aqui deixo uma pequena reflexão sobre produtividade e felicidade dos cidadãos ! :)

A economia deve servir as pessoas e não servir-se delas, e os cidadãos mais que números ou estatísticas baseadas na economia, são seres humanos, com direitos consagrados constitucionalmente e globalmente à escala planetária. E mais, são eles os únicos activos (e mola real) dos países, das empresas e das famílias.

O que nos dirá um país que enceta a sua preocupação governativa, mais com a FIB (Felicidade Interna Bruta) do que com o PIB (Produto Interno Bruto), a economia, as estatística, os números e os "déficits" ? Será que afinal há vida para além do déficit ou este é apenas uma consequência de sociedades que em vez de se focarem nos activos, apenas correm atrás do prejuízo e dos números sempre perdidos ?
A neurociência moderna já nos demonstrou há algumas décadas que sem paixão nem emoções positivas não há mais que robots em busca da sobrevivência a qualquer preço!
E não será também por consequência de se colocarem sempre os números à frente das pessoas, que os países não progridem e as democracias são hoje meros instrumentos de controle das massas, transformadas em hordas de escravos ?

E que tal invertermos este "modus operandi" de séculos que apenas ditam escravatura e exploração da maioria, em nações prósperas e onde o desenvolvimento e a inovação passam a ter como propulsor a felicidade dos seus povos ?

Francisco Gonçalves "in" 13 Oct 2015

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