21/04/2012

A Europa e a tragédia que já se anuncia !

Face à exagerada dívida externa acumulada em geral pelos países Europeus, a situação de falência Grega e Portuguesa, a eminência da queda de Espanha, que arrastará fatalmente a Itália e a França ( de referir que a França tem uma das maiores dividas externas da Europa, isto proporcionalmente claro!), a Europa só tem uma saída: Começar a obter um crescimento económico que não seja marginal, como tem vindo a ocorrer ao longo dos últimos anos !

Mas como todos sabemos a Europa tem a sua capacidade de crescimento comprometida e como referi atrás, endividada até à ponta dos cabelos!
Como tal ou consegue inovar e fazer crescer a sua economia ao nível de 6-8% ao ano, ou estará liquidada, isto numa economia globalizada, cada vez mais competitiva e ainda face a novos "players" e às mudanças constantes que estão a ocorrer.
Aparentemente a Europa está velha e incapaz de gerir a mudança e adaptar-se a novos modelos de conceber e produzir produtos e serviços! É a velha Europa cheia de medíocres e burocratas na mais perfeita decadência, tal como no passado a classe dos nobres, quando o paradigma dos senhores da terra mudou para sempre!

Haverá ainda uma outra escapatória possivel, para evitar a capitulação da Europa, face à incapacidade de crescimento económico que é exigido pela actual conjuntura dos países integrantes, mas que não terá acolhimento pela tal Europa que se deixou cair na linha " de uma europa de várias velocidades ". 
E esta solução passaria por uma decisão de união politica, que ajudaria por um lado a consolidar politicas económicas e sociais de forma coordenada e assim ajudar a reduzir as desigualdades sociais e económicas entre as regiões, fomentando o desenvolvimento económico dos países com menor crescimento e um ambiente de harmonia e equilíbrio, que daria ainda alguma confiança acrescida aos mercados.

Mas esta última hipótese estará muito distante na forma de pensar dos governantes europeus actuais, que em minha opinião, não tendo a dimensão de estadistas e a estatura de politicos à altura dos actuais acontecimentos, preferirão antes debruçar-se sobre o que divide os povos que integram a actual Europa no momento, do que aquilo que os poderia unir e tirando daí vantagens para o futuro de uma Europa forte e definitivamente unida.

Francisco Gonçalves in 19April2012
francis.goncalves@gmail.com

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